FacePopular da Argentina é do Facebook?


No dia 13 de julho de 2013 vimos mutas pessoas comentando uma notícia da inglesa BBC republicada pelo G1, o portal de internet da Rede Globo: América Latina ganha rede social que critica e imita Facebook

Pesquisa coletiva

Muita gente de esquerda conclamou a companheirada a deixar a rede privada e proprietária de Mark Elliot Zuckerberg e acionistas, para aderir a nova rede popular feita pelos hermanos argentinos. O entusiasmo era tanto que o Correio do Brasil chegou a noticiar no mesmo dia 13/07 que Rede social popular na América Latina bate metas de audiência

Diante de suposto sucesso imediato, da euforia, sabendo que criar e manter uma rede social não é algo simples, que acontece de uma hora para outra, e estranhando demais o fato de uma rede “popular” receber destaque tanto nas velhas mídias como a BBC e a Globo, quanto nas novas mídias alternativas, fomos investigar as origens da tal rede social “popular” argentina.

Primeira surpresa. Embora tenha uma geografia diversificada, com visitas orginadas em distintos países hispanofalantes (América Latina e Espanha), cada visitante fica em média 5 minutos na rede e visita apenas 4 páginas da mesma, sendo que a maioria deles visitam o facebook antes.

Segunda surpresa. A página de login no sistema permite o usuário conectar-se com uma conta própria do facepopular ou através de uma conta já existente no facebook.

Ôpa! Teoricamente critica o facebook, mas permite login de usuário dele???

Permite, ainda que indiretamente, que o Mark e sua turma tenham acesso aos dados veículados no facepopular???

Terceira surpresa. Ao logar na rede vimos que a interface do facepopular é um clone total do facebook que substitui o azul do cabeçalho
por uma combinação  bordô/rosa. 

O sistema é lento. 

O compartilhamento é ineficiente. Não dá para comparar com o facebook e muito menos com outras redes realmente desenvolvidas em Software Livre.

Quarta surpresa. A rede diz ser desenvolvida em software de código aberto com futura migração para Huayra Linux, mas é copyright.

Ora, é de conhecimento público que a GPL – Licença Pública Geral – sob a qual o Linux é distribuído – é incompatível com copyright, patentes e outras draconianas leis e regras que regem o chamado direito à propriedade intelectual.

Quinta surpresa. Os termos de uso não são muito amigáveis e chegam até mesmo a afirmar, no ponto 5 das Condições de Uso:
"Controle de Tráfego: Nós queremos que obtenha o melhor uso possível dos serviços oferecidos por facepopular.net. Se seu tráfego chegar a ser problemático ou excessivo, lhe pediremos que retire seu serviço."

Uau! O que será tráfego problemático ou excessivo? 

Será um aviso de que facepopular.net é uma rede digital que não quer que você a use? Pelo menos livremente?

Pesquisamos, então, o software base usado pelo facepopualr.net e chegamos ao software proprietário e norteamericano produzido pela Sharetronix http://sharetronix.com/.

Podemos entender onde mora o problema.

A Shretronix diz que seu software é opensource (código aberto), mas seus termos de uso e, principalmente,  seus termos de serviço deixam bem claro o contrário ao declarar que:

“3.1 Você concorda que não irá, e não permitirá a qualquer terceiro: (i) copiar, vender, licenciar, distribuir, transferir, modificar, adaptar, traduzir, preparar obras derivadas, descompilar, fazer engenharia reversa, desmontar ou tentar derivar o c?digo-fonte dos produtos, a menos que o previsto, (ii) tomar qualquer ação para contornar ou quebrar a segurançaa ou o conteúdo das regras de utilização fornecidas, implementadas ou impostas por qualquer funcionalidade (incluindo, sem a funcionalidade de gerenciamento de direitos digitais) nos produtos, (iii ) utilizar os produtos em violação de qualquer lei ou direitos de terceiros, ou (iv) remover, ocultar ou alterar quaisquer avisos de direitos autorais, marcas comerciais ou outros direitos de propriedade afixados ou contidos nos produtos.” 

Por consequência, os mantenedores do facepopular.net não poderiam adotar a licença GPLCreativeCommons ou qualquer outra que respeite e garanta as liberdades e o compartilhamento de conhecimento e de informações livremente.

Esta contradição é inadmissível para alguém que se declara de esquerda e usuário de Software Livre ou de Código Aberto…

Dando continuidade à nossa pesquisa consultamos o who.is,o serviço internacional sobre os registros de domínios e endereços na internet. Pois bem, o facepopular.net está hospedado em servidores na Argentina, mas foi registrado por uma organização australiana chamada PrivacyProtect. Porém, o site desta organização diz que ela, PrivacyProtect.org, não é o proprietária de qualquer nome de domínio.

Se a informação contida no who.is de que PRIVACYPROTECT.ORG está fornecendo serviços de proteção de privacidade para este nome de domínio para proteger o proprietário contra spam e ataques de phishing. PrivacyProtect.org não é
responsável por qualquer das atividades relacionadas com este nome de domínio…”, é correta, então porque ela, PrivacyProtect, aparece como dona do domínio, responsável técnica, administradora e contato para faturamento???

O que o facepopular.net tem a esconder ou não quer que seus usuários saibam???

Horas atrás, nos disseram que o tal facepopular.net seria financiado pelos opositores da atual presidenta argentina Cristina Fernandez Kirchner. Infelizmente, ainda não conseguimos confirmar esta denúncia e seguimos investigando a tal rede social “popular” de los hermanos.

Nossas dúvidas em relação à origem popular da facepopular.net só fazem aumentar.

A impressão que fica, contudo, é que a tal rede nada tem de popular e livre e pode ser mantida exatamente pelos mesmos poderes e seus lacaios que dominam outras redes digitais proprietárias.

Então, antes de sair aderindo à toda e qualquer modernidade digital que aparecer, desconfie. Investigue. Principalmente se estas novidades contarem com ampla divulgação nas velhas mídias oligárquicas controladas pelas mesmas famílias que apoiam golpes de estado e querem democracia sem povo.

Antes de fazer o Login, ligue o desconfiômetro!

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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26 respostas para FacePopular da Argentina é do Facebook?

  1. Os blogs Midiacrucis e La Pupila Insomne prestam grande serviço ao debate democrático e aberto.
    Parabéns a seus autores e administradores.

    É importante iniciar estes comentários, deixando claro que as comparações do facepopular com a rede próprietária, facebook, foram motivadas pela própria decisão dos idealizadores do facepopular ao escolher o desenho da página, logotipo e nome da nova rede social parecidos ao da rede proprietária.
    Cabe a pergunta: Por que precisamos de uma rede alternativa com desenho, logotipo e nome que lembram a rede privada e proprietária que combatemos?
    Achamos ser um equívoco usar o facebook como exemplo. Nós não usamos aquela rede digital privada e proprietária nem como modelo nem como meio de comunicação.
    Por mais que os criadores de facepopular esclareçam que as 4 primeiras letras do nome da rede seja FACE (em seu significado castelhano ou português) e não Feice ou Feis(como soa em inglês), como o fizeram nesta entrevista à uma rádio colombiana do grupo espanhol Prisa http://t.co/iBfrJv0bQ5, a maioria das pessoas é levada a confundí-los com a rede proprietária.
    Avaliem isso com tranquilidade.

    FP: Difícilmente un usuario pueda estar mas de 5 minutos en una red que acaba de lanzarse dónde aún no se han subido contenidos. El primer propietario de un fax no tenía a quien mandarle uno hasta que hubo millones. Pésimo razonamiento o simple ganas de criticar por que si
    FS: A comparação de uma rede digital com uma analógica é bastante divertida, mas nada explica. São tecnologias diferentes que operam em condições diferentes.
    Nossas informações sobre a origem de tráfego, visitas e permanência na página foram obtidas em um serviço que as disponibiliza publicamente http://www.alexa.com/siteinfo/facepopular.net#trafficstats
    No artigo não se faz juízo de valor algum.

    FP: Si pretendemos que los compañeros que actualmente usan Facebook vengan a una red alternativa debemos encontrarlos en Facebook, que es dónde están, o acaso usted cuando pierde una llave la busca debajo del farol de la esquina y no dónde la perdió?
    FS: Entendemos a tática empregada para conseguir usuários para a nova rede. Porém, para nós bastaria ter uma página lá no campo inimigo fazendo propaganda da nova rede.
    Muitos blogs, sites, redes digitais, sindicatos, universidades, governos, empresas, ONGs, etc, usam o facebook e outras redes digitais privadas e proprietárias para divulgação de suas iniciativas, mas não necessariamente permitem que usuários destas redes façam login em seus sites com o mesmo usuário e senha do facebook.
    Não está provado que permitir aos usuários do facebook (ou de qualquer outra rede digital privada e proprietária) fazer login nas novas redes usando seu login e senha da rede anterior, ajude efetivamente a aumentar a audiência de uma nova rede.
    Se tiverem dados estatísticos que comprovem vossa afirmação, por favor compartilhem aqui a fonte para que possamos nos convencer de que esta é uma estratégia boa e segura.

    FP Si usted no lee no puede saber, entonces se apresura en sus comentarios. Usted puede registrarse en Facepopular sin necesidad de hacerlo via Facebook. La mala noticia amigo es que su blog también es leído por los mismos a los que teme y está vinculado al Facebook que dice detestar, o no? La verdadera diferencia es que al estar los servidores en Argentina no están sujetos a la legislación norteamericana. La legislación Argentina no permite los atropellos que si permiten leyes de los Estados Unidos ( Patriot, SOPA).
    FS: O fato dos servidores de facepopular estarem na Argentina está marcado no artigo que gerou este debate. E isso é bom.
    Não fica claro, contudo, porque os senhores parecem tomar isso como uma crítica negativa.
    É muito bom que os servidores estejam fisicamente longe da sanha bisbilhoteira e das legislações dos países do norte do planeta. Mas, infelizmente, digitalmente, ainda assim correm risco de invasão ilegal.
    Continuamos sem resposta à pergunta: facepopular permite que facebook tenha acesso à sua base de dados?
    A resposta neste caso poderia ser muito simples e direta: Sim ou Não. E por tal motivo.
    Como já esclarecido nos comentários do blog, o midiacrucis não permite que as pessoas façam login no mesmo usando um usuário e senha do facebook. Apenas abre a possibilidade para que os leitores do blog, que porventura usem aquela rede proprietária, divulguem por lá o blog e o título do artigo. Se alguém se interessar pela informação divulgada precisa vir até o blog para ler o artigo sem precisar, contudo, fazer login no mesmo e sem ter acesso ao banco de dados ou às informações privadas relacionadas ao blog e seus usuários.

    FP: En que quedamos amigo? Usted comienza diciendo que somos Facebook, y luego que funciona lento, será que Facebook no dispone de dinero para hacer una red rápida? En que quedamos ?, póngase de acuerdo con usted mismo: Anda lento o somos Facebook?. Usted critica a Facebook y por otro lado lo pondera?, pierde el tiempo atacando Facepopular mientras ni siquiera menciona a las otras redes de software libre que según usted tan bien funcionan.
    FS: Existe uma diferença grande entre uma afirmação e uma pergunta. O artigo original inicia-se com uma pergunta, como já esclarecido nos comentários.
    O argumento de que facebook é rápido porque tem dinheiro e facepopular lento porque não o tem é um tiro no próprio pé. É dizer, com outras palavras, que a direita é mais capaz porque tem dinheiro.
    Sim, a direita tem mais dinheiro, mas a esquerda é muito criativa e consegue fazer maravilhas com os parcos recursos que tem. Conclamamos vocês a usar a criatividade!
    Não fosse criativa, as revoluções lideradas pela esquerda nunca teriam acontecido. Falta de recurso, ainda que tenha peso considerável, não pode ser a única justificava para os problemas.
    Aliás, reconhecer a existência de um problema é a melhor forma de começar a resolvê-lo
    É uma prática comum no mundo do Software Livre compartilhar problemas e sugestões. E é este compartilhamento de conhecimentos que permite o rápido desenvolvimento do Software Livre, com custos relativamente baixos se comparados aos morosos e caros processos de desenvolvimento de software proprietário.
    Há inúmeros exemplos de redes que funcionam com Software Livre. Uma rápida pesquisa na internet mostrará várias delas, tais como, identi.ca, joindiaspora.com, social.stoa.usp.br, participatorio.juventude.gov.br, friendica.underworld.fr, etc, desenvolvidos em Softwares Livres tais como elgg, noosfero, pump.io, friendica, etc. Muitas delas usam as linguagens programação php, ruby, etc. São licenciadas sob ou Creative Commons ou GPL ou licenças livres similares.

    FP: Usted tiene un problema con el castellano al menos el que se habla en Argentina, especialmente con los tiempos verbales, la red migrará a Huyra Linux cuando ese sistema operativo esté en condiciones de soportar este desarrollo. De modo que estamos desarrollando en conjunto con universidades el software que soportará la red. Mientras tanto sumamos decenas de miles de compañeros en menos tiempo que al que usted le tomó escribir estas críticas infundadas.
    FS: Seguimos sem a resposta principal. Se o projeto pretende ser Software Livre, porque a licença do site é Copyright?
    Um projeto de Software Livre não pode ser Copyright, sem infringir as licenças e o conceito de Software Livre. Esta incompatibilidade é bem marcada pelo conteúdo das licenças, já indicadas no artigo original.

    FP: Querido amigo, usted sigue sin entender como funciona la cosa, si mañana a usted se le ocurre subir 10 mil gigas de fotos repetidas con malsana intención, esta cláusula permitirá proteger al resto de los compañeros de su desmesura. Mientras no haga eso continúe disfrutando la red del pueblo latinoamericano.
    FS: Aqui há uma explicação clara e objetiva sobre o que é tráfico problemático ou excessivo. Poderiam colocar este exemplo nos termos da rede. Assim, ninguém ficaria com dúvidas.

    FP: Pórtese usted como un buen compañero y no tendrá problema alguno
    FS: Aqui está um exemplo de inexatidão. O que é “portarse como un buen compañero”? Um conceito um tanto quanto paternalista, cheio de carga moral que depende muito da ideologia de quem o aplica. Para um esquerdista distribuir riquezas é portar-se como um bom companheiro. Para um capitalista quem acumula riqueza é que se comparta bem.

    FP: Jamás usamos nada de sharetronix o cómo se llame. La información es absolutamente falsa.
    FS: Nossa investigação nos levou a sheratronix, mas não excluímos a possibilidade de termos sido levados ao equívoco. E não vamos aqui atacar ou ofender ninguém por nos mostrar isso.
    Nesta era de espionagem e manipulação eletrônica desenfreada é possível sim que tenhamos sido levados ao equívoco. Não temos problema nenhum em admitir isso. Soberbia para quê?
    Porém, esta discussão poderia ter sido evitada se vocês declarassem na página de facepopular o Software que usam, assim como, indicassem onde é possível fazer o download do código fonte deste software usado por vocês.
    Como já indicado em um dos comentários do blog La Pupilla Insomne, um dos criadores de facepopular afirma neste artigo http://t.co/3xuygPXUkX que a rede facepopular usa um software de licença proprietária, ainda que temporiamente.
    Desta forma fica claro que identificamos a empresa errada, mas acertamos quando afirmamos que facepopular tinha como base um software proprietário.
    Com tantos Softwares Livres disponíveis, poderiam ter escolhido um deles, mesmo que temporiamente.

    FP: Adoptaremos las licencias que a usted tanto le preocupan antes seguramente que usted se retracte de las inexactitudes que pregona vaya a saber con que fin. Usted que se dice de izquierda procede con los mismos métodos que usa el fascismo, poner en duda a compañeros antes siquiera de tomarse la molestia de escucharlos no es muy izquierdista que digamos. Tanto le costaba consultarnos? O es que acaso usted mas que investigador periodístico es otra cosa, y lejos de estar en contra de los manejos de Facebook se opone a los que intentan alternativas?
    FS: Realmente, a adoção de licenças livres não depende de nossa “retratação”, mas sim da decisão consciente e autônoma do grupo que criou e administra o facepopular.
    Podem ter certeza que comemoraremos efusivamente a decisão de vocês em adotar Licenças Livres e Abertas.

    FP: El registro de dominio se protegió a simple efecto de no divulgar ningún dato mientras el proyecto era eso, un proyecto. Apenas tomó forma los seis fundadores firmamos cada comunicado y aparecimos en cuánta nota circulara. No hay nada que esconder una vez lanzada.
    FS: Maravilha! Como não há a esconder, resta publicar abertamente os dados de registro, evitando assim as dúvidas.
    Peçam que seja feita a devida correção nos registros internacionais de domínio.

    FP: A nosotros horas atrás nos dijeron que usted era un ser extraterrestre, pero cómo es lógico lo chequeamos antes y no encontramos su nave espacial, Si usted se hubiera tomado 3 minutos para conocer a sus fundadores antes de tener esta incontinencia de falsedades comprobaría que lo que le han dicho es tan cierto como que Pele es rubio.
    FS: Só descobrimos quem eram os responsáveis pelo facepopular depois de publicado o artigo em la Pupilla Insomne. A falta de informações públicas gerou as dúvidas.
    Em relação a Pele, vocês tem razão. Ele pode ser considerado loiro. Não pela cor da pele ou de seus cabelos, mas pela forma de pensar e agir politicamente, como um conservador lorde inglês.
    Segundo a saberdoria popular “As aparências, enganam” e “Nem tudo que reluz é ouro”.
    Reconhecemos como equívoco o comentário acerca de que vocês poderiam ser financiados por opositores de Cristina Fernandez Kirchner. Mesmo porque entre os opositores de Cristina há também esquerdistas que querem que o país avance ainda mais em suas políticas sociais, mas que a defendem taticamente, pois sabem perfeitamente que são inadmissíveis as tentativas de golpe e as constantes desqualificações pessoal e política feitas por setores da imprensa e do empresariado local e internacional contra CFK.

    FP: Las verdaderas dudas dadas las falsedades que acabamos de demoler una por una recaen ahora sobre usted, y la pregunta es: Por que hizo lo que hizo?, a quien beneficia sembrando dudas maliciosas sobre la alternativa mas sólida que le ha surgido a Facebook desde sus orígenes? Será que usted ama ese monopolio? O acaso es víctima del Síndrome de Estocolmo?
    FS: Podemos ter nos equivocado em algumas questões, mas não nos equivocamos ao questionar e duvidar. Só o debate esclarece.
    Esperamos por esclarecimentos em relação ao facepopular ser uma rede aberta e livre. Mais uma vez reafirmamos que também neste caso a coisa é simples: basta que declarem na página de facepopular a Licença Livre sob a qual disponibilizam o serviço, o Software Livre que usam, assim como, indiquem onde é possível fazer o download do código fonte do software usado por vocês.
    Reafirmamos mais uma vez que não somos usuários de redes privadas ou proprietárias, nem de software proprietário.
    Adotamos licenças Creative Commons, GPL e, principalmente, Copyletf. Jamais Patentes e Copyright.
    A afirmação de que facepopular é “la alternativa mas sólida que le ha surgido a Facebook desde sus orígenes” é preocupante, pois parece desconhecer ou minimizar os boicotes que as Redes Digitais Livres sofrem de parte dos grandes provedores de internet, dos velhos meios de comunicação e até mesmo de usuários que preferem compartilhar suas informações em redes inseguras e proprietárias.
    Interessantíssimos debates tecnológicos, políticos e estratégicos estão ocorrendo tanto na esfera digital como em atividades presenciais em universidades, encontros de usuários e desenvolvedores ou em fóruns tecnológicos.
    Um dos principais debates no mundo das redes digitais livres gira em torno dos conceitos:
    a) rede centralizadora e centralizada; e
    b) redes sociais federadas.

    Rede Centralizadora e Centralizada (em um domínio e em um servidor), é aquela onde todos devem estar dentro da mesma rede para poder compartilhar a informação.
    É o conceito que rege o facebook e outras redes digitais privadas e proprietárias.
    Redes Sociais Federadas, ou as redes de redes, são aquelas que permitem aos usuários de diferentes redes digitais se conectar, trocar informações entre si, criar novas formas de interação através da Web sem necessariamente serem usuários de uma mesma rede digital centralizada em um servidor.
    Este é o conceito que inspira e rege as redes digitais livres, soberanas e não hegemônicas.
    Este é o conceito progressista na internet que vem sendo combatido a ferro e fogo tanto pelas grandes redes digitais proprietárias, como pelas empresas de telecomunicações donas da redes físicas que dão suporte à internet atualmente.
    Com as Redes Sociais Federadas é possível que duas ou mais pessoas se relacionem e compartilhem informações e conhecimentos sendo usuários de redes digitais distintas, independentemente de quais redes sociais participem.
    É o usuário que decide livremente onde estar e onde divulgar suas informações. Exatamente como funciona com os serviços de e-mails atualmente.
    Grande parte das redes digitais atuais não funciona assim.
    Do ponto de vista de uma Rede Centralizadora e Centralizada, como facebook, se você não estiver cadastrado na rede e não mantiver lá um perfil, você não existe. A única maneira dos seus amigos que estão em determinada rede interagirem com você é convidando-o a participar da mesma. E você necessariamente precisará se cadastrar lá para interagir com estes amigos. Apesar de existir centenas de redes digitais na internet, quase todas funcionam como se não houvesse nenhuma outra rede digital na Web e cada uma busca ser a “rede social” hegemônica, a mais poderosa e popular de todas.
    As Redes Sociais Federadas, ou as redes de redes digitais, significam uma mudança de paradigma, ou seja, a existência real de uma gigantesca rede digital global e livre, gerida por pessoas e entidades diferentes e autônomas que interagem através de protocolos acordados e APIs acessíveis. 
    Mas as Redes Sociais Federadas de pouco servem se não facilitarem a interação entre distintos indivíduos, movimentos sociais, políticos, culturais, tecnológicos, etc, se não promoverem a inclusão de novos atores e sujeitos nas dinâmicas de organização e compartilhamento de conhecimento e informações. Portanto, para funcionar elas precisam, além de protocolos abertos e livres, da livre interação entre os distintos indivíduos, movimentos e redes, numa grande articulação global baseada em conceitos como o pluralismo, a autonomia, a horizontalidade e a unidade na diversidade, onde ninguém é mais que ninguém e todos juntos somos fortes.
    Portanto, a real alternativa ao domínio e controle exercido pelas redes digitais privadas e proprietárias não é copiá-las, nem querer ser tão grande e megalomânica como elas.
    Convidamo-lhes a participar deste debate e tomamos a Liberdade de sugerir, então, que se avalie a possibilidade de facepopular fazer parte deste grande movimento das Redes Sociais Federadas:
    Aqui vão alguns links que podem ajudá-los nesta tarefa de produção coletiva de conhecimento sobre Redes Sociais Federadas:
    https://en.wikipedia.org/wiki/Distributed_social_network
    http://www.mocambos.net/media/upload/Mono_RFEC_RedeMocambos_VT.pdf
    http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/07/1310366-alternativa-rede-social-federada-armazena-dados-no-computador.shtml
    http://www.slideshare.net/Qqr_coisa/final-apresentacao-unisinos-federao-de-redes-e-mdias-sociais-virtuais

    FP: Sin duda y aquí queda claro que usted favorece a todas luces que los compañeros se queden en Facebook sembrando miedo sobre Facepopular. No lo logrará amigo, nuestros pueblos ya han abierto los ojos
    FS: Somos copyleft!
    Como afirmamos em vários momentos e reafirmamos aqui, nosso objetivo é fazer um debate aberto, que desperte o senso crítico dos usuários, que os mesmos possam entender quais são os objetivos das distintas iniciativas digitais, garantindo o direito à dúvida, combatendo a intolerância e paixões descabidas e, assim, ajudar os leitores a adotarem conscientemente as redes digitais que bem entendam.
    Indo mais direto ao assunto, deixamos claro por enésima vez que não conclamamos ninguém a fazer aquilo que nós mesmos não fazemos, ou seja, não conclamamos ninguém a usar redes digitais privadas e proprietárias.
    Nesta época de tanta manipulação, analógica ou digital, é necessário ter cautela. Muita cautela. Isso é um clamor ao direito à dúvida e ao senso crítico em relação a quem for. Serve tanto para as redes privadas ou públicas, capitalistas ou socialistas, cristãs ou atéas, más ou boas.
    É de extrema importância, nos dias de hoje, que se façam debates abertos e se garanta às pessoas o direito soberano da decisão, sem autoritarismos e parternalismos de qualquer natureza.
    Um debate político baseado em argumentos e fatos é sempre benvindo.
    Equívocos podem ser cometidos pelos participantes do debate. E quando estes tem a grandeza de reconhecê-los, todo o processo sai fortalecido.
    Trasformar uma crítica a uma proposta ou a um projeto em uma discussão de cunho pessoal, cheia de adjetivos, despolitiza o debate…

    • Juan Carlos Romero López disse:

      150 mil compañeros de la Patria Grande en Facepopular en menos de un mes. Polémica finalizada

  2. Sergio Bertoni: Aparte de los malos ejemplos que usted pone, voy a proveerle de otros

    Los compañeros de la Patria Grande creyeron y apoyaron a Bolivar, A Marti, a San Martin y Artigas, a Evita y el che, también creyeron y apoyaron a Chavez, a Evo, a Néstor y Cristina, al Pepe Mujica y a Correa,

    Crea y apoye a Facepopular, no se va a equivocar, y la religión déjela para los que crean o usted es uno de esos ateos gracias a Dios?

    Ahí tiene las respuestas a todas las falsedades de la nota. Espero que leyéndolas deje de creer en ellas si alguna vez lo ha hecho

    • bertoni disse:

      Juan Carlos Romero Lopez,

      Os povos da América Latina não acreditaram e apoiaram cegamente nos líderes que você lista.

      Antes destas pessoas se tornaram líderes da luta em defesa dos povos latinoamericanos, houve todo um processo de resistência e de organziação de base dos povos latinoamericanos que permitaram a estes líderes aglutinar forças e organizar as lutas.

      Não foi um crença cega, mas uma decisão política, resultante da crescente organização dos povos, construída a ferro e fogo ao largo de anos, décadas, séculos de luta contra a invasão colonialista, antes das independências, e contra a demoninação imperialista, depois delas.

  3. Creo que seria interesante llevar en consideracion el articulo
    Software livre surge como alternativa contra espionagem eletrônica

    http://correiodobrasil.com.br/tecnologia/conexao-hightech/software-livre-surge-como-alternativa-contra-espionagem-eletronica/629074/

  4. Perdón, corrijo el segundo link (lo escribí mal) http://facebook.com/puertasbiertas

  5. Curioso que este blog se conecte a Facebook, siendo algo que critica en Facepopular…No teien miedo usted a dejarle sus datos a Zuckerberg?

  6. Pingback: ¿Facepopular argentina es de Facebook? | La pupila insomne

  7. Desconfiar e investigar!

    • Creer y apoyar!! facepopular es la red del pueblo y no la del imperio

      • midiacrucis disse:

        Foi assim que entendi quando recebi de anônimos o post do dia 14/07 Argentina lanza Facepopular e divulguei muito!

        • Sergio Bertoni disse:

          Me preocupa muito argumentos como esse “Creer y apoyar”.

          Muitos religiosos usam argumento parecido quando explicam Deus. Creia e acredite. Pronto! Não há o direito a dúvida. Creia e está acabado.

          Muita gente acreditou e apoiou o Anonymous. Mas hoje se sabe que há outros interesses por trás deste grupo.

          Os nativos latinoamericanos acreditaram nos europeus que aqui aportaram. Todos sabemos o que aconteceu, depois com estes nativos.

          O artigo aponta corretamente: antes de sair aderindo à toda e qualquer modernidade digital que aparecer, desconfie. Investigue. Principalmente se estas novidades contarem com ampla divulgação nas velhas mídias oligárquicas controladas pelas mesmas famílias que apoiam golpes de estado e querem democracia sem povo.

          Antes de fazer o Login, ligue o desconfiômetro!

          é um clamor ao direito à dúvida e ao senso crítico seja com quem for. Serve tanto para as redes privadas ou públicas, capitalistas ou socialistas, cristãs ou atéas, boas ou más.

          Investigue. Desconfie. E faça sua opção consciente!

          • midiacrucis disse:

            Claro que não linka com o ex-perfil que eu tinha no FB apenas podem compartilhar meus posts no FB ou no TT e outros, se desejarem

            • Sergio Bertoni disse:

              Muito esclarecedora tua resposta. Obrigado!

            • Facepopular responde a la nota publicada en Midiacrucis

              Una respuesta a quienquiera haya escrito la nota publicada por Midiacrucis acerca de Facepopular

              Dejamos constancia que respetamos la decisión de publicarla y agradezco se publique nuestra respuesta a cada uno de los puntos,. Agradecemos muy especialmente a La Pupila insomne y y a Iroel Sánchez por su ecuanimidad.

              Juan Carlos Romero López

              Reproducimos cada párrafo publicado en Midiacrucis y nuestra contestación a continuación.

              MC: Primera sorpresa. A pesar de que tiene una geografía diversa, con visitas originadas en distintos países hispanohablantes (América Latina y España), cada visitante está un promedio de 5 minutos en la red y visita sólo 4 páginas de la misma y la mayoría de ellos antes visitó Facebook.

              FP: Difícilmente un usuario pueda estar mas de 5 minutos en una red que acaba de lanzarse dónde aún no se han subido contenidos. El primer propietario de un fax no tenía a quien mandarle uno hasta que hubo millones. Pésimo razonamiento o simple ganas de criticar por que si

              MC: Segunda sorpresa. La página de inicio de sesión en el sistema permite al usuario conectarse con el propio Facepopular o través de una cuenta existente en Facebook.

              FP: Si pretendemos que los compañeros que actualmente usan Facebook vengan a una red alternativa debemos encontrarlos en Facebook, que es dónde están, o acaso usted cuando pierde una llave la busca debajo del farol de la esquina y no dónde la perdió?

              MC: ¿¿¿Permite, aunque indirectamente, que Mark y su equipo tengan acceso a los datos proporcionados en Facepopular???

              FP Si usted no lee no puede saber, entonces se apresura en sus comentarios. Usted puede registrarse en Facepopular sin necesidad de hacerlo via Facebook. La mala noticia amigo es que su blog también es leído por los mismos a los que teme y está vinculado al Facebook que dice detestar, o no? La verdadera diferencia es que al estar los servidores en Argentina no están sujetos a la legislación norteamericana. La legislación Argentina no permite los atropellos que si permiten leyes de los Estados Unidos ( Patriot, SOPA).

              MC: El sistema es lento. Compartir es ineficiente. No se puede comparar con Facebook y mucho menos con otras redes que se desarrollan actualmente en Software Libre.

              FP: En que quedamos amigo? Usted comienza diciendo que somos Facebook, y luego que funciona lento, será que Facebook no dispone de dinero para hacer una red rápida? En que quedamos ?, póngase de acuerdo con usted mismo: Anda lento o somos Facebook?. Usted critica a Facebook y por otro lado lo pondera?, pierde el tiempo atacando Facepopular mientras ni siquiera menciona a las otras redes de software libre que según usted tan bien funcionan.

              MC: Cuarta sorpresa. La red dice que se desarrolla en software de código abierto con la futura migración a Linux Huayra, pero tiene copyright. Es de conocimiento público que la GPL -General Public License- en la que Linux se distribuye es incompatible con el copyright, las patentes y otras leyes draconianas y normas que rigen el llamado derecho a la propiedad intelectual.

              FP: Usted tiene un problema con el castellano al menos el que se habla en Argentina, especialmente con los tiempos verbales, la red migrará a Huyra Linux cuando ese sistema operativo esté en condiciones de soportar este desarrollo. De modo que estamos desarrollando en conjunto con universidades el software que soportará la red. Mientras tanto sumamos decenas de miles de compañeros en menos tiempo que al que usted le tomó escribir estas críticas infundadas.

              MC: Quinta sorpresa. Las condiciones de uso no son muy amables e incluso han declarado, en el apartado 5 de las condiciones de uso:
              “Control de Tráfico: …Queremos conseguir el mejor uso posible de los servicios ofrecidos por Facepopular.net. Si su tráfico llega a ser problemático o excesivo, le pediremos que retire su servicio”
              Wow! ¿Qué es el tráfico problemático o excesivo? ¿Será una advertencia de queFacepopular.net es una red digital que no quiere que usted la utilice? ¿Al menos libremente?

              FP: Querido amigo, usted sigue sin entender como funciona la cosa, si mañana a usted se le ocurre subir 10 mil gigas de fotos repetidas con malsana intención, esta cláusula permitirá proteger al resto de los compañeros de su desmesura. Mientras no haga eso continúe disfrutando la red del pueblo latinoamericano. Pórtese usted como un buen compañero y no tendrá problema alguno

              MC: Investigamos el software de base utilizado por Facepopualr.net y llegamos al software propietario producido por North American Sharetronix http://sharetronix.com/.
              Somos conscientes de dónde está el problema.
              El Shretronix dice que su software es de código abierto (open source), pero sus condiciones de uso, y sobre todo sus términos de servicio dejan claro lo contrario al establecer que:
              “3.1 Usted acepta que no hará y no permitirá a ningún tercero: (i) copiar, vender, licenciar, distribuir, transferir, modificar, adaptar, traducir, preparar trabajos derivados, descompilar, realizar ingeniería inversa, desmontar o intentar derivar el código fuente del producto, a menos que esté previsto, (ii) tomar todas las medidas para evadir o disminuir la seguridad o el contenido de las normas de uso proporcionadas, implementadas o aplicadas por cualquier funcionalidad (incluyendo sin la funcionalidad de gestión de derechos digitales ) en los productos, (iii) utilizar los productos en violación de cualquier ley o los derechos de terceros, o (iv) eliminar, ocultar o alterar los avisos de derechos de autor, marcas registradas y otros derechos de propiedad adjuntos o contenidos en los productos.”
              Consecuentemente, los mantenedores de Facepopular.net no podían adoptar las licencias Creative Commons, GPL o de cualquier otro tipo que respete y garantice las libertades y el intercambio de conocimientos e información libremente.
              Esta contradicción es inaceptable para alguien que se declara de izquierda y usuario del software libre o del código abierto …

              FP: Jamás usamos nada de sharetronix o cómo se llame. La información es absolutamente falsa.
              Adoptaremos las licencias que a usted tanto le preocupan antes seguramente que usted se retracte de las inexactitudes que pregona vaya a saber con que fin. Usted que se dice de izquierda procede con los mismos métodos que usa el fascismo, poner en duda a compañeros antes siquiera de tomarse la molestia de escucharlos no es muy izquierdista que digamos. Tanto le costaba consultarnos? O es que acaso usted mas que investigador periodístico es otra cosa, y lejos de estar en contra de los manejos de Facebook se opone a los que intentan alternativas?

              MC: Continuamos nuestra investigación en Who.is, servicio internacional de registro de dominios y direcciones en Internet. Bueno, Facepopular.net se encuentra en servidores en Argentina, pero fue grabado por una organización australiana llamada Privacy Protect. Sin embargo, el sitio web de esta organización dice que Privacy Protect.org no es el propietario de cualquier nombre de dominio.
              Si la información contenida en Who.is de que “PRIVACYPROTECT.ORG está proporcionando servicios de protección de privacidad para el nombre de dominio, para proteger al propietario contra el spam y los ataques de phishing. PrivacyProtect.org no es responsable por ninguna de las actividades asociadas a este nombre de dominio … ” es correcta, entonces ¿por qué PrivacyProtect, aparece como propietaria del dominio, responsable técnico y administrador de contactos de facturación?
              ¿Es que Facepopular.net tiene algo que ocultar o que no quiere que sus usuarios sepan?

              FP: El registro de dominio se protegió a simple efecto de no divulgar ningún dato mientras el proyecto era eso, un proyecto. Apenas tomó forma los seis fundadores firmamos cada comunicado y aparecimos en cuánta nota circulara. No hay nada que esconder una vez lanzada.

              MC: Horas atrás, nos dijeron que Facepopular.net es financiado por los opositores de la actual presidenta argentina Cristina Fernández de Kirchner. Por desgracia, todavía no podemos confirmarlo mediante la investigación de la denuncia y seguimos investigando la tal red social “popular” de los hermanos.

              FP: A nosotros horas atrás nos dijeron que usted era un ser extraterrestre, pero cómo es lógico lo chequeamos antes y no encontramos su nave espacial, Si usted se hubiera tomado 3 minutos para conocer a sus fundadores antes de tener esta incontinencia de falsedades comprobaría que lo que le han dicho es tan cierto como que Pele es rubio.

              MC: Nuestras dudas sobre el origen de la Facepopular.net sólo hacen aumentar.
              La impresión es, sin embargo, que este tipo de red nada tiene de popular y libre y puede ser mantenida por los mismos poderes y sus lacayos que dominan otras redes digitales propietarias.

              FP: Las verdaderas dudas dadas las falsedades que acabamos de demoler una por una recaen ahora sobre usted, y la pregunta es: Por que hizo lo que hizo?, a quien beneficia sembrando dudas maliciosas sobre la alternativa mas sólida que le ha surgido a Facebook desde sus orígenes? Será que usted ama ese monopolio? O acaso es víctima del Síndrome de Estocolmo?

              MC: Por lo tanto, antes de adherirse a cualquier modernidad digital que aparezca, tenga cuidado. Investigue. Sobre todo si estos nuevos cuentan con una amplia difusión en los viejos medios oligárquicos controlados por las mismas familias que apoyan los golpes y quieren la democracia sin gente.

              Sin duda y aquí queda claro que usted favorece a todas luces que los compañeros se queden en Facebook sembrando miedo sobre Facepopular. No lo logrará amigo, nuestros pueblos ya han abierto los ojos

          • Muchachos ignorantes, no hay peor soberbia que opinar desde el desconocimiento. No saben absolutamente nada sobre FP, pero lo denostan. Defensa de la libertad de prensa? Mentiras. Mercenarios que le dicen (para colmo, mercenarios envidiosos)

            • midiacrucis disse:

              Creio que você não entendeu absolutamente nada. É democrático sim, disponibilizar informações e promover o debate. Essa foi a intenção. Acusar de “envídia” é argumento rasteiro e denota imaturidade. Se não tem nada a acrescentar não é necessário deixar comentários.

    • Marcos, si tiene ganas de investigar y utiliza facebook, dese una vuelta por las páginas de facebook en las que nació la iniciativa de crear Facepopular, y fíjese si le parece que esa gente no es lo que dice ser, como aquí se sugiere: http://www.facebook.com/8nyonofui y http://facebook.com/puertasabiertas

    • midiacrucis disse:

      Exatamente! com tanta manipulação é necessário ter cautela. Eu mesma fiz o post em 14/07 e divulguei como uma esperança de alternativa para que nossos direitos fossem preservados e nossa liberdade respeitada. Mas acredito que temos que tomar sempre muito cuidado.

      • Sergio Bertoni disse:

        As noticias publicadas recentemente sobre a espionagem e utilizaçõa indevida de dados dos usuários exigem de tod@s, muita cautela. Diz o dito popular que “Cuidado e Canja de Galinha não fazem mal a ninguém”

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