#VerTV – Cobertura Jabor-reu você não vê por aqui!


Nesta sexta, 5, entra no ar a nova temporada do Ver TV. Na pauta do programa, o assunto mais quente do momento: mais de 20 dias após o início das manifestações de rua espalhadas pelo país, alavancadas pelo Movimento Passe Livre, em São Paulo, o assunto segue dominando a televisão.

Para assistir o programa          >>>>> >> AQUI <<<<<<<<

O apresentador Lalo Leal no novo estúdio do Ver TV

O apresentador Lalo Leal no novo estúdio do Ver TV

Articulados nas redes sociais, os protestos que começaram no mês de junho em todo o país, protagonizados por jovens, inicialmente por conta do aumento nas tarifas de ônibus, ocuparam as telas das emissoras de TV, modificando o formato dos tradicionais telejornais e de outros programas. As grades de programação, foram “desarrumadas” para abrir espaço às imagens impressionantes e às revindicações dos manifestantes.

Sob impacto das crescentes manifestações de rua, que se espalharam rapidamente, a TV se conectou às mídias sociais para compreender o fenômeno e também para ter acesso a imagens “postadas” pelos manifestantes, que foram exibidas por todas as emissoras de televisão.

Perplexa com a dimensão das manifestações e com os diversos aspectos envolvidos a “TV” não apenas desarrumou sua forma tradicional de fazer notícia, como também oscilou na sua linha editorial. De uma postura crítica ao movimento nos primeiros dias, a mídia passou a dar voz aos manifestantes,  mostrar a ação da polícia,  registrar as ações de “vândalos” e saqueadores e cobrir diariamente os resultados dos protestos.

Os convidados de Lalo para debater a cobertura das manifestações pela TV aberta

Os convidados de Lalo para debater a cobertura das manifestações pela TV aberta
As manifestações de rua “pautaram” o país. Para debater o tema nesta reestreia, o sociólogo e jornalista Lalo Leal, apresentador do Ver TV, recebe o especialista em cibercultura e professor do Programa de Estudos Pós-graduados em Comunicação e Semiótica da PUC de São Paulo, Eugênio Trivinho, para quem “a cobertura da mídia passou da recriminação para o reconhecimento da legitimidade”; a professora da Faculdade de Jornalismo da PUC de Campinas, doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, Ivete Cardoso Roldão, que diz que “a televisão não contextualizou nem procurou entender esse novo modelo de manifestações”; e o analista de Mídia e Tecnologia, articulista do jornal Folha de São Paulo, Nelson de Sá.

Segundo Nelson,

“a melhor metáfora dessa cobertura foi, de um lado, a TV cobrindo do alto, a partir dos helicópteros, distanciada. De outro, o Pós TV (mídia digital que fez as  transmissões on-line das manifestações, de responsabilidade do grupo Ninja –  Narrativas Independentes Jornalismo e Ação), cobrindo o chão, com repórteres entrevistando manifestantes”.

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
Esse post foi publicado em Brasil, Campanha Lei da Mídia, Comunicação, CPIdaMIDIA, Democratização da mídia, Helena Chagas, Liberdade de expressão, Manipulação, Marco Regulatório, Midia Venal, ministério das Comunicações, MPL, PIG, Política, Soberania e marcado , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s