Empresas: coletivos-privadas ao público #MPL


Sou contra mais uma agência reguladora, porque a exemplo das que existem elas trabalham em prol dos empresários. Nós pagamos a sede, os funcionários e todos trabalham para os empresários contra os direitos do povo brasileiro.

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Porque não sugerem uma agência nacional para regular e fiscalizar o transporte coletivo em cidades com população acima de 500.000 habitantes, onde o transporte é pior ? Tirar esse maná das mãos dos prefeitos e principalmente câmaras, que são a outra ponta do conluio?

Porque o MPL nem toca nisso, como vai melhorar o serviço e baixar os preços se o “esquema” não muda? Não estudaram o setor, não fizeram pesquisa? Como podem tratar do assunto sem saber? –>  leia mais 

“A caixa-preta do transporte coletivo é uma questão de mais de 20 anos. O desafio da nova gestão é rever o lucro extraordinário das empresas”, defendeu o petista. –>  leia mais 

“Enquanto o prefeito não quebrar o oligopólio dos empresários de ônibus, vamos andar sempre mal das pernas, não vai funcionar, mesmo que no curto prazo ele atenda às exigências do movimento e revogue o aumento da tarifa. No longo prazo o problema não estará resolvido”, disse à Rádio Brasil Atual.

Ela lembrou de quando era secretária municipal de Cultura, na gestão da prefeita Luíza Erundina (1989-93), quando foi elaborado o Projeto de Lei da Tarifa Zero, que pretendia custear o transporte público através de uma reforma tributária muncipal. “Erundina enfrentou a máfia dos ônibus, e uma reação em cadeia provocada pelos grandes empresários da construção civil e dos lojistas. Movimentos contrários dos chamados bairros nobres, como Cidade Jardim, Higienópolis, Moema, pipocaram. Foi uma coisa medonha no nível da sociedade civil, e os empresários de ônibus se mancomunaram com a Cãmara Municipal para impedir a aprovação do projeto.” –> leia mais 

 

HADDAD E DEMAIS GOVERNANTES: ABRAM AS PLANILHAS DOS CUSTOS DAS TARIFAS DO METRÔ, ÔNIBUS E TRENS E TAMBÉM AS DOS LUCROS DAS EMPRESAS QUE OPERAM O SISTEMA DE TRANSPORTE  EM SÃO PAULO E NAS DEMAIS CIDADES BRASILEIRAS –> leia mais

Como as empresas maquiam os custos

O ativo imobilizado era muito baixo (ativo imobilizado é o que a empresa tem de propriedade, portanto seriam frotas de ônibus e propriedades das empresas). Muitas, mas muitas, apresentavam patrimônio liquido negativo – ou seja acumulavam, por anos consecutivos, prejuízos que superavam o capital social da empresa. As contas nunca fechariam — as receitas seriam baixas perante as despesas. Além disto, as empresas possuem passivos muito maiores que ativos, e como ativo tem de ser igual ao passivo mais patrimônio liquido, este tinha de ser negativo. –> leia mais 

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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