Bolsa Família: tucanos choram o leite derramado


Cesar Fonseca em 06/05/2013

Os conservadores democratas liberais estão lamentando pelos cantos, quais cachorros bernentos por ter perdido o bonde da história no que diz repeito ao abraço da solidariedade que não deram para valer aos brasileiros e brasileiras mais pobres. Basta ler, hoje, no Globo, o artigo de Paulo Guedes, economista inteligente, que tem abominado, seguidamente, a social democracia, considerando-a o mal do mundo, mas, ao mesmo tempo, reconhece que foi ela que utilizou o espírito solidário no ato de governar para ganhar o poder político ao longo do século 20. Lembra, no entanto, que o espírito da solidariedade não é um monopólio da social democracia, algo que os paleontólogos que haviam percebido desde tempos remotos, mediante o ato impulsivo do ser humano de salvar o seu semelhante quando este não tem condições de sobreviver por si mesmo em face de extremas misérias. Nesse caso, a solidariedade é, vamos dizer, assim, um valor natural, que leva o homem a ser o outro enquanto tal, como disse Hegel, para dar o sinal da sua humanidade como elemento de progresso. O que Paulo Guedes, no fundo, quer dizer, mas não diz, escondendo o pesnamento, é que os tucanos pisaram na bola enquanto tiveram no governo, na Era FHC, de 1994 a 2002. Aquele foi o momento histórico que deixaram o cavalo arriado passar sem ter a devida competência - ou seja, a visão político-sociológica-democrata - para montado e fazer o seu destino. A tucanada achou que fora suficiente dar um tombo na inflação, praticando populismo cambial, para ganhar eleição, mas esqueceram que uma andorinho só não faz verão. A queda da inflação, acompanhada do barateamento dos produtos importados - os pobres passaram, da noite para o dia, a comer frango e tomar iogurte adoidado - graças à sobrevalorização do real criou uma miragem de felicidade, enquanto, no seu contrapolo, a volta da miséria perigosa estava a caminho, criando tensões especulativas, que só não explodiram antes de 1998 - quando FHC comprou a peso de ouro a reeleição - porque o FMI, mediante pressão de Bil Clinton - deu uma mãozinha. No entanto, reeleito, com um discurso que o editorial do Estadão considerou banal, porque não havia mais o que comemorar, já que o real estava indo para o brejo, sob taxa de juro básica que alcançou 45% ao ano, FHC caminhava para a sepultura. Afinal, somente a derrubada pirotécnica da inflação não seria suficiente para eternizar ou, pelo menos, perdurar por muito tempo, o consumo barato de frango e iogurte, enquanto a indústrai brasileira começou a ir para o brejo, tendo como capitão do mato a matá-la o presidente do Banco Central, Gustavo Frango, pregador da necessidade de sustentação ad aeternun um dolar a R$ 0,80. Era a joga fernandina para expulsar os industriais brasileiros para a Bolívia, como sugeriu Franco, que acabou sendo ejetado do cargo com um pé no traseiro, pois nem FHC aguentou-o mais quando as reservas cambiais estavam indo para o sal só para importar automóveis. FHC chegaria ao final de 2002 com novas pressão cambial sobre as costas, sendo obrigado a ir, novamente, de joelhos, ao FMI, mais uma vez socorrido por Clinton. Quer dizer, o socialista marxista de araque não fez programa social para valer, na linha da solidariedade social que, agora, Paulo Guedes, lamenta, considerando o espírito solidário um valor natural do ser humano, essencialmente, necessário, desde priscas eras etc. Os tucanos, como disse Serjão, não souberam governar, mas, apenas, praticar masturbação sociológica, vendendo, alegremente, a preço de banana, o patrimônio nacional, arriando as calças ao menor espirro do Consenso de Washington. Se, em vez de ficar masturbando sociologicamente, a tucanada tivesse mandado ver no Bolsa Escola, transformando-o em Bolsa Familia, como fez Lula, seguido por Dilma Rousseff, estariam, evidentemente, nos braços do povo. São 25 bilhões de reais/ano que o governo joga na circulação capitalista, passando, primeiro, pelo bolso de dona Maria, abastecendo de poder de compra seu Cartão Bolsa Familia. Com esse dinheiro, há dez anos, tempo de duração do Programa Social mais importante da história do Brasil, a mão de família vai, mensalmente, ao supermercado fazer a feira. Faz-consequentemente, a festa da indústria, que fabrica o óleo de soja, o arroz, a manteira, o macarrão, a farinha, o frango, o porco, enfim, os produtos alimentícios gerais, obrigando os produtores rurais a comprarem máquinas novas para dar conta da produção de 60 milhões de quilos de comida/dia - 12 milhões de famílias x 5 integranres consumidores - , transportados nas estradas pelo Brasil a fora, gastando caminhões e toda a cadeira produtiva ligada a esse veículo, consumindo energia, alavancando a Petrobrás e os investimento públicos etc. Não há negócio mais lucrativo para o Governo que esse Bolsa Família, pois a cada venda realizada pelo comércio com o dinheiro depositcado pelo tesouro nacional no cartão de crédito de dona Maria, esse mesmo tesouro arrecada 40% de imposto, NO ATO. Se cada mercadoria, de acordo com os teóricos da economia, circula cinco vezes, antes de ser consumida, efetivamente, o governo arrecada em cada etapa 40%. Mina de ouro. É por isso que os economistas se desesperam dizendo que o governo esta gastando mais do que arrecadando. Tremendo falso problema. Certamente, como estão em fase de maturação os grandes projetos governamentais - infraestutura, energia, habitação, mineração, petróleo, gás, estradas , portos, aeroportos etc -, a conta entre gasto e receita fica difícil de fechar. Os empreendimentos governamentais, tocados na base da parceria público privada, encontra-se naquele momento em que Marx diz que o empresário compra para vender para depois vender para comprar, evidenciando claro descompasso entre receita e despesa. Porém, quando as obras estiveram maturadas, rendendo faturamento, o dinheiro vai voltar, embora já esteja retornando em forma de demanda sem oferta para que haja, lá na frente, oferta sem demanda, se não houver distribuição da renda nacional. O Bolsa Família, jogando, mensalmente, na circulação capitalista brasileira 25 bilhões de reais é, como disse, Delfim Netto, a salvação do capitalismo brasileiro, especialmente, depois da crise global, quando o governo sustentou a demanda, lançando mão dos bancos estatais, para sustentar a oferta e o consumo globais. Os comentaristas da grande mídia, alienados, não estão percendo o caráter real, diferente, da inflação atual, decorrente da melhor distribuição da renda, elevando a demanda em relação à oferta, num contexto, certamente, perigoso, devido às armadilhas que estão sendo montadas pelos governos dos países ricos, que adotam políticas monetárias expansionistas, ao mesmo tempo que praticam juros zero, a fim de exportar moeda desvalorizada para o resto do mundo, na tentativa de se salverem do incento, promovendo guerras comericias. São justamente os programas sociais - o Bolsa Família e a valorização do salário mínimo acima da inflação - reajuste pela inflação + crescimento do PIB - que estão segurando a barra dos setores produtivos em geral, embora a economia esteja enfrentando momentos de retração em decorrência da crise global. Mas, Dilma joga para frente: mandou todos os ministérios cassarem o resto de miseráveis pelo Brasil afora para alimentá-los, praticando keynesianismo social. Mais 700 mil famílias, multiplicadas por 5 consumidores cada, tem-se 3,5 milhões de quilos de comida dia a mais, isto é, mais produção, mais consumo, mais arrrecadação, mais investimento etc e tal. Por que os tucanos deixaram essa bola passar na frente deles, preocupando-se, tão somente, em ficar masturbando sociologicamente. Evidentemente, a obsessão de FHC e seus discípulos não é a mesma que possui Lula. Lula olha o mundo com a barriga dos miseráveis; já FHC, Aécio etc , etc tão mais em surfando em Higienópolis e Ipanema, vendo o panorama com o olhar dos que nunca passaram fome. Henfil, certa vez, disse que deixou de acreditar em FHC quando durante campanha eleitoral para o Senado o acompanhou pelos bairros pobres em São Paulo, até que chegou um momento em que ele tinha, obrigatoricamente, que sujar o sapato lustrado num poço de lama, resistindo a tanto e fugindo dessa obrigação. Glauber Rocha falou a mesma coisa do marxista que acabou pedindo que esquecessem o que ele escreveu. Como poderá alguem chegar à Academia Brasileira de Letras, se pede para esquecer algo dessa natureza? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

O FAMOSO SERJÃO, SÉRGIO MOTA, MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES(1995-1998) DE FHC, RESPONSÁVEL MAIOR PELA ARTICULAÇÃO DA REELEIÇÃO DO CHEFE,

EM 98, COMPRANDO A PESO DE OURO VOTOS NO CONGRESSO, DESMORALIZOU GERAL OS TUCANOS AO DIZER QUE SOMENTE SABIAM PRATICAR MASTURBAÇÃO SOCIOLÓGICA. COM SEU GRANDE PRAGMATISMO TERIA DITO, NO LEITO DE MORTE, A FHC: “NÃO SE APEQUENE, FERNANDO”.

FHC NÃO SE LIGOU, SE APEQUENOU, CHEGANDO AO FINAL, PEDINDO AO POVO QUE ESQUECESSE O QUE ELE, COMO INTELECTUAL MARXISTA, HAVIA ESCRITO.

A POLÍTICA NÃO É O JOGO DOS TUCANOS, MAS NA MASTURBAÇÃO SOCIOLÓGICA SÃO CRAQUES. POR ISSO DEIXARAM PASSAR O CAVALO ARRIADO DO BOLSA FAMÍLIA, COMPLETANDO 10 ANOS DE SUCESSO ABSOLUTO. AGORA CHORAM O LEITE DERRAMADO, COM A MÃO DIREITA CHEIA DE CABELO. GRANDES PUNHETEIROS POLITICAMENTE CORRETOS!

Os conservadores democratas liberais estão lamentando pelos cantos, quais cachorros bernentos por terem perdido o bonde da história no que diz repeito ao abraço da solidariedade que não deram para valer nos e nas brasileiras mais pobres.

Basta ler, hoje, no Globo, o artigo “Contra miséria”, de Paulo Guedes, economista, tucano de carteirinha, jogador especulativo inveterado, que tem abominado, seguidamente, a social democracia, considerando-a o mal do mundo, mas, ao mesmo tempo, reconhecendo que foi ela que utilizou o espírito solidário no ato de governar para ganhar o poder político ao longo do século 20.

Lembra, no entanto, com certa razão, que o espírito da solidariedade não é um monopólio da social democracia, mas algo que os paleontólogos já haviam percebido desde tempos remotos, ao observarem o ato impulsivo-sensitivo-espiritual do ser humano de salvar o seu semelhante quando este não tem condições de sobreviver por si mesmo em face de extremas misérias, denotando a atualidade da velha esmola.

Nesse caso, a solidariedade é, vamos dizer, assim, um valor natural, que leva o homem a ser-o-outro enquanto tal, como disse Hegel, para dar o sinal da sua humanidade como elemento de progresso.

O que Paulo Guedes, no fundo, quer dizer, mas não diz, escondendo o pensamento, é que os tucanos pisaram na bola enquanto tiveram no governo, na Era FHC, de 1995 a 2003.
Aquele foi o momento histórico que deixaram o cavalo arriado passar sem ter a devida competência – ou seja, a visão político-sociológica-democrata – para montar nele e fazer o seu destino, como sujeito e não como objeto do Consenso de Washington.

A tucanada achou que fora suficiente dar um tombo na inflação, praticando populismo cambial, para ganhar eleição, mas esqueceram que uma andorinho só não faz verão.
A queda da inflação, acompanhada do barateamento dos produtos importados – os pobres passaram, da noite para o dia, a comer frango e tomar iogurte adoidado – graças à sobrevalorização do real, criou uma miragem de felicidade, enquanto, no seu contrapolo, a volta da miséria perigosa estava a caminho, criando tensões especulativas, que só não explodiram antes de 1998 – quando FHC comprou a peso de ouro a reeleição – porque o FMI, mediante pressão de Bil Clinton – deu uma mãozinha.

No entanto, reeleito, com um discurso que o editorial do Estadão considerou banal, porque não havia mais o que comemorar, já que o real estava indo para o brejo, sob taxa de juro básica de 45% ao ano, FHC caminhava para a sepultura.

Afinal, somente a derrubada pirotécnica da inflação não seria suficiente para eternizar ou, pelo menos, perdurar por muito tempo, o consumo barato de frango e iogurte, enquanto a indústria brasileira ia para o sal, tendo como capitão do mato a matá-la o presidente do Banco Central, Gustavo Frango, pregador da necessidade de sustentação ad aeternun de 1 dolar = R$ 0,80.

Era a jogada fernandina para expulsar os industriais brasileiros rumo à Bolívia, como sugeriu Franco, que acabou sendo ejetado do cargo com um pé no traseiro, pois nem FHC aguentou-o mais quando as reservas cambiais estavam se esgotando só para importar automóveis. FHC chegaria ao final de 2002 com nova pressão cambial sobre as costas, sendo obrigado a dirigir, novamente, de joelhos, ao FMI, mais uma vez socorrido por Clinton.

Quer dizer, o socialista marxista de araque não fez programa social para valer, na linha da solidariedade social que, agora, Paulo Guedes, lamenta, considerando o espírito solidário um valor natural do ser humano, essencialmente, necessário, desde priscas eras etc.

Os tucanos, como disse Serjão, não souberam governar, mas, apenas, praticar masturbação sociológica, vendendo, alegremente, a preço de banana, o patrimônio nacional, arriando as calças ao menor espirro do Consenso de Washington.

Se, em vez de ficar masturbando sociologicamente, a tucanada tivesse mandado ver no Bolsa Escola, transformando-o em Bolsa Familia, como fez Lula, seguido por Dilma Rousseff, estaria, evidentemente, nos braços do povo. Que adianta, agora, FHC dizer, chorosamente, que o PSDB precisa de um banho de povo?

São 25 bilhões de reais/mês, 300 bi/ano, que o governo joga na circulação capitalista, passando, primeiro, pelo bolso de dona Maria, abastecendo de poder de compra seu Cartão Bolsa Familia.

Com esse dinheiro, há dez anos, tempo de duração do Programa Social mais importante da história do Brasil, a mãe de família vai, mensalmente, ao supermercado fazer a feira.
Faz-consequentemente, a festa da indústria, que industrializa o óleo de soja, o arroz, o leite e seus derivados, o macarrão, a farinha, o pão, o frango, o porco, enfim, os produtos alimentícios gerais, obrigando os produtores rurais a comprarem máquinas novas para dar conta da produção de 60 milhões de quilos de comida/dia – 12 milhões de famílias x 5 integrantes consumidores x 1 kg de alimento – , transportados nas estradas pelo Brasil a fora, gastando caminhões e toda a cadeia produtiva ligada a esses veículos utilitários, consumindo energia, alavancando a Petrobrás e os investimento públicos etc.

Não há negócio mais lucrativo para o Governo que esse Bolsa Família, pois a cada venda realizada pelo comércio com o dinheiro depositado pelo tesouro nacional no cartão de crédito de dona Maria, esse mesmo tesouro arrecada 40% de imposto sobre cada real que ele doa, NO ATO.

Se cada mercadoria, de acordo com os teóricos da economia, gira cinco vezes, do produtor ao consumidor, produzindo riqueza na circulação de si mesma, efetivamente, o governo arrecada em cada etapa 40% x 5 = 200%.
Mina de ouro.

Governar não é construir estradas, mas dar consumo, para ter arrecadação, que faz investimento em estrada. Esta é consequência daquela.

É por isso que os economistas se desesperam dizendo que o governo esta gastando mais do que arrecada.
Tremendo falso problema.

Certamente, como estão em fase de maturação os grandes projetos governamentais – infraestrutura, energia, habitação, mineração, petróleo, gás, estradas , portos, aeroportos etc -, a conta entre gasto e receita fica difícil de fechar. Isso é ruim ou bom para o investidor? Por que os chineses estão querendo investir mais no Brasil?

Os empreendimentos governamentais, tocados na base da parceria público-privada, encontra-se naquele momento em que Marx diz que o empresário compra para vender para depois vender para comprar, evidenciando claro descompasso entre receita e despesa, como ALGO ESSENCIAL AO CAPITALISMO.

Porém, quando as obras estiverem maturadas, rendendo faturamento, o dinheiro vai voltar, embora já esteja retornando em forma de demanda sem oferta para que haja, lá na frente, oferta sem demanda, se não houver distribuição da renda nacional. Esse seria o verdadeiro problema do capitalismo, ter oferta sem demanda, por isso ele precisa de demanda sem oferta, para que a bicicleta não pare.

O Bolsa Família, jogando, mensalmente, na circulação capitalista brasileira 25 bilhões de reais/300 bi/ano é, como disse, Delfim Netto, a salvação do capitalismo brasileiro, especialmente, depois da crise global, quando o governo sustentou a demanda, lançando mão dos bancos estatais, para bancar consumo e produção.

Os comentaristas da grande mídia, alienados, não estão percebendo o caráter real, diferenciado, da inflação atual, decorrente da melhor distribuição da renda, elevando a demanda em relação à oferta, num contexto, certamente, perigoso, devido às armadilhas que estão sendo montadas pelos governos dos países ricos, que adotam políticas monetárias expansionistas, ao mesmo tempo que praticam juros zero, a fim de exportar moeda desvalorizada para o resto do mundo, na tentativa de se salvarem do incêndio, promovendo guerras comercias.  Proteger-se contra esse perigo é imperativo categórico. Caso contrário, a economia entraria em crise e o espírito de solidariedade social sofreria colapso. A inflação, hoje, não é produzida pelo arrocho salarial, mas pela melhor distribuição da riqueza, momento de mudança histórica quantitativa e qualitativa.

São justamente os programas sociais,  Bolsa Família e  valorização do salário mínimo acima da inflação – reajuste pela inflação + crescimento do PIB – que estão segurando a barra dos setores produtivos em geral, embora a economia esteja enfrentando momentos de retração em decorrência do crash global.

Mas, Dilma joga para frente: mandou todos os ministérios caçarem o resto de miseráveis pelo Brasil afora para alimentá-los, praticando keynesianismo social.

Mais 700 mil famílias, multiplicadas por 5 consumidores cada, tem-se 3,5 milhões de quilos de comida dia a mais, isto é, mais produção de alimentos, de caminhões, de transportes, de postos de gasolina, de canaviais, de borracheiros, de pequenas empresas espalhadas ao longo das estradas, mais consumo, mais arrecadação, mais investimento etc e tal.
Por que os tucanos deixaram essa bola passar na frente deles, na boca do gol, preocupando-se, tão somente, em ficar masturbando sociologicamente?

Evidentemente, a obsessão de FHC e seus discípulos não é a mesma que possui Lula.
Lula olha o mundo com o olho da barriga dos miseráveis; já FHC, Aécio etc , etc tão mais é surfando em Higienópolis, nos jardins, e Ipanema, na zona sul, escutando bossa nova, vendo o panorama com o olhar da barriga cheia. 

Henfil, certa vez, disse que deixou de acreditar em FHC quando durante campanha eleitoral para o Senado o acompanhou pelos bairros pobres em São Paulo, até que chegou um momento em que o famoso aristocrata sociólogo marxista tinha, obrigatoriamente, que sujar o sapato lustrado num poço de lama, para chegar ao eleitor. Resistiu a tanto, pegou o chapéu e foi embora.

Glauber Rocha falou a mesma coisa do marxista que acabou pedindo que esquecessem o que escreveu.

Como poderá alguém ter uma visão verdadeiramente social do mundo, na condição de aristocrata bico fino, candidatando-se a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, se pede algo dessa natureza? SÓ PODE SER, MESMO, MASTURBADOR SOCIOLÓGICO. GRANDE SERJÃO!

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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2 respostas para Bolsa Família: tucanos choram o leite derramado

  1. Pingback: Como os bancos lucram com a fome do mundo | SCOMBROS

  2. A TUCANALHA escolheu mal até seu símbolo, um pássaro exótico com o bico maior do que necessita comer! Estão mal na fita! É melhor irem trabalhar e deixar de enganar o Povo!

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