Bankgangsters: Quem banca campanha contra o Brasil?


 

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Aécio Neves tenta comandar união das oposições para enfrentar Dima Rousseff em 2014, mas os banqueiros, que são os mais interessados em usá-lo, para vender a ideologia da bancocracia neoliberal, como destacaram em entrevistas, em off, no Estado de São Paulo, não confiam nele.

Preferem o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que, a cada dia, torna-se crítico mais severo da titular do Planalto, embora diga ser aliado dela. E surge, ainda, a opção por Marina Silva, com sua Rede, tentando pescar peixes por todos os lados. O negócio é a oposição chegar unida ao segundo turno, com Aécio, Campos ou  Marina, para enfrentar o PT-PMDB, cuja política nacionalista os banqueiros rechaçam, porque ela está deslocando o capital internacional em favor do nacional na construção da infraestrutura brasileira e sul-americana, tocada por grandes empresários brasileiros.

A plataforma econômica aecista não é outra senão a de apoiar a expansão monetária americana que exporta para a América do Sul os capitais voláteis, doidos para entrarem nas fronteiras nacionais sem maiores restrições, a fim de deslocarem as forças nacionalistas, para tomarem conta do pedaço. Por isso, essa poupança especulativa precisa de gestores “competentes”, que enxuguem o Estado nacional, impedindo o que ele está fazendo, sob o comando dilmista, isto é, alavancando investimentos nacionalistas por toda a América do Sul, tendo como âncora o banco estatal, BNDES, cuja ação passou a ser o anseio de governos capitalistas desenvolvidos em crise, como o americano e os europeus, carentes de bancos nacionais de investimentos, para que possam sair das garrras dos bancos privados, responsáveis por empossarem dinheiro público, colocado em suas carteiras, sem dar–lhes serventia, no plano da alavancagem do crédito à empresa e ao consumidor.

Com seu sorriso de playboy sul-americano renegado,disposto a fazer o serviço do capital internacional, na América do Sul, impedindo a integração econômica continental, Aécio precisa da união das oposições para chegar lá.Conseguirá, encabeçando defesa de fusões partidárias, para obter o máximo de tempo de televisão, para vender à sociedade sua proposta desnacionalizante?

O capital internacional,

aposta em Aécio, porque

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A bancocracia internacional faz de tudo para evitar a parceria Brasil-Argentina na construção da infraestrutura sul-americana.

Aécio Neves, assessorado pela turma que trabalhou com FHC, levando a economia ao impasse, no final de 1998, sendo obrigada a dar um tranco na moeda, trazendo de volta a inflação que tinham combatido, via populismo cambial, está como biruta de aeroporto, jogando com o vento, na crítica ao governo Dilma, tanto na área econômica como política, sinalizando sua compatibilidade com as forças que trabalham para impedir, principalmente, a integração econômica sul-americana.

As violentas críticas que o senador mineiro, orientado pela sua equipe, sintonizada com a banca internacional, contrária a tal integração, está fazendo ao BNDES são sinalizadoras das políticas  que adotaria, se chegasse à Presidência da República, para desmontar o que ele disse que precisa acabar no Brasil: as ações nacionalistas desenvolvidas pelo governo petista-lulista-dilmista.

Nesse momento, o BNDES é o maior promotor da integração continental, financiando grandes capitalistas brasileiros, atuando em parceria com a orientação estatal, realizando investimentos na Argentina, na Venezuela, na Bolívia, no Equador, em Cuba etc, internacionalizando o empreendedorismo nacional na América do Sul.

Foram as parcerias políticas proporcionadas pelas orientações nacionalistas, destinadas a levar adiante a integração econômica continental as responsáveis por essa ação multinacional-sulamericana do BNDES, empurrado naturalmente pelo governo Lula-Dilma.

E isso está sendo possível porque para enfrentar a crise econômica global que paralisou a reprodução ampliada do capitalismo especulativo, jogando a economia dos países ricos na deflação, a estratégia adotada, mediante orientação nacionalista, foi a de jogar com as forças internas, valorizando os salários, os rendimentos dos aposentados, distribuindo melhor a renda, alavancando programas sociais, cujas consequências foram sustentação da demanda global que garantiu a sobrevivência das empresas.

Como diz Delfim, o lulismo-dimismo salvou o capitalismo brasileiro.

está sendo deslocado por forças

nacionalista, impulsionadas

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Lula: salvador do capitalismo brasileiro que fugiu da crise apostando no mercado interno.

Não se pode esquecer que as primeiras recomendações dos banqueiros credores do Brasil, logo depois do estouro da grande crise, em 2007-2008 – muito mais destrutiva que a crise de 1929 – , foram as de sempre: meter o pé no freio, paralisar as atividades produtivas, cortar o crédito e acumular poupança forçada para garantir pagamento dos serviços da dívida, mediante realização de superavits primários, manutenção de metas inflacionárias, cambio flutuante e, claro, juros altos, sempre altos.

Ou seja, a receita que jogou a Europa na buraqueira, agora, criticada pelos próprios americanos, como se fossem inocentes nessa jogada.

Lula refugou a receita neoliberal, depois de ver negada sua solicitação aos grandes bancos privados, para que mantivessem a oferta de crédito, para não parar a economia, e jogou com as armas disponíveis pelo Estado brasileiro, os bancos estatais e as empresas estatais.

A demanda interna foi mantida, a arrecadação tributária aumentou e os investimentos públicos, idem, em meio à paralisia econômica internacional, embora em ritmo, sabidamente, insatisfatório, porque o endividamento nacional, ao longo da Nova República, submetida aos rigores neoliberais do Consenso de Washington, se manteve em percentuais elevados, dado o crescimento vegetativo da dívida sob impulso das elevadas taxas de juros, como produto do populismo cambial, adotado entre 1994-2002, resultando em fugas de capitias , pressões inflacionárias e empobrecimento social.

Não foi à toa que FHC não conseguiu fazer o seu sucessor, José Serra.

O papel que os bancos estatais – Banco do Brasil, BNDES e Caixa Econômica – tem exercido ao longo dos últimos cinco anos, pós estouro da crise financeira neoliberal, impediu que o Brasil entrasse em bancarrota.

por bancos estatais, como

o BNDES, na tarefa de

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Coutinho: sob sua presidência do BNDES se transforma em grande banco de fomento sul-americano, tudo que os banqueiros internacionais não querem.

Não, apenas, o Brasil, mas, também, a América do Sul, porque, nesse período, grandes grupos empresariais brasileiros sustentaram investimentos nos países vizinhos, cujos governos comungaram-se ideologicamente mediante disposições nacionalistas.

Essa ação política soberana sulamericana acabou deslocando os negócios que antes favoreciam os grandes investidores internacionais no continente.

A bancarrota americana, que afetou a Europa e o Japão, deixou as empresas desses países em situação crítica, porque perderam mercado, tanto nos seus espaços nacionais, como fora dele, principalmente, para a China, que não caiu, como o Brasil, no conto neoliberal, promovendo investimentos, elevando a demanda interna e jogando, como pode, no mercado internacional, no caso dos chineses, com moeda extremamente desvalorizada.

Passados cinco anos, os bancos centrais americanos, europeus e japonês partiram para incentivar suas economia, fugindo pra frente, sem enfrentar seus impasses.

Decidiram elevar ainda mais o endividamento via expansão da oferta de moeda ao mesmo tempo em que eliminam os juros positivos, deslocando o dinheiro que está enxarcando suas economias paa outros países, desorganizando as economias dos outros, como acontece, por exemplo, na economia brasileira, submetida à enxurrada de dólares sobredesvalorizados.

financiar grandes obras

de infraestrutura

sulamericanas, destinadas 

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Eike: querem destruí-lo para desmoralizar o BNDES que Dilma colocou para alavancar o capitalismo nacional na construção da infraestrutura.

Como o Brasil tem peso específico elevado na América do Sul, devido às ramificações dos investimentos sul-americanos, realizados a partir do BNDES, quanto mais essa expansão monetária americana e, agora, com mais ênfase, japonesa, avança, mais volatilidade, colocando em risco tais investimentos.

As críticas ao BNDES, nesse contexto, têm destino certo: acabar com o banco, ou levá-lo a uma paralisia, para que dê lugar aos bancos internacionais, que estão cheios de dinheiro especulativo em caixa.

Irritam-se com a presidenta Dilma Rousseff que, como informa o Valor Econômico, nessa quarta feira, prepara-se para acertar estratégias comuns de investimentos entre Brasil e Argentinta, com a presidenta Cristina Kirchner.

Mais uma vez, o BNDES joga papel decisivo, para incrementar, no país vizinho, grandes investimentos, como o que a Vale do Rio Doce faz para alavancar exploração de potássio em território portenho.

O que isso representa?

Simplesmente, a independência do Brasil e da Argentina em relação a um insumo fundamental para a agricultura, na fabricação de fertilizantes, cuja oferta, atualmente, é dominada por quatro grandes grupos multinacionais, responsáveis por manipular os preços dos alimentos, cujos efeitos nocivos se expressam em pressões inflacionárias.

Os investidores internacionais, é claro, estão putos.

a materializar a integração

econômica continental,

inscrita como

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Braga: falso lider empresarial que não sai em defesa do empresário nacional sob ataque especulativo internacional.

Eles é que, certamente, gostariam de estar à frente desse grande negócio e não deixando que ele escapula de suas mãos favorecendo, no médio e longo prazo, os produtores agrícolas sul-americanos.

Da mesma foram se explica os movimentos especulativos que estão sendo feitos em cima do empresário Eike Batista que investe com recursos do BNDES nas áreas de mineração, petróleo, portos etc, voltados à construção da infraestrutura brasileira.

Trata-se de investimentos em maturação que darão resultados a partir de 2014-2015-2018-20020 etc, mas que o mercado financeiro, dominado pelos grandes financistas, cuida demonizá-los, para tentar baratear, ao máximo, suas ações, a fim de comprarem na baixa, ao mesmo tempo em que tentam fragilizar o BNDES, a âncora do empresário nesses empreendimentos.

O que deveria estar fazendo, nesse momento, a Confederação Nacional da Industria(CNI), senão saindo em defesa do empresário brasileiro financiado por um banco de investimento nacional cuja importância tem sido maximizada pelos governos americanos e europeus e minimizado pelo mercado financeiro brasileiro e pela grande mídia sua serviçal?

pressuposto constitucional

básico para sustentar a

soberania da America do Sul,

contra a qual os aliados

de Aécio lutam. 

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Delim: se não fosse o nacionalismo lulista o capitalismo brasileiro estava no sal.

Como, porém, a CNI está sob direção de um aliado de Aécio Neves, o empresário mineiro Robson Braga, fazendo jogo do capital internacional, vê-se o absurdo: uma associação empresarial que não sai em defesa do nacionalismo dilmista, para favorecer o aecismo entreguista.

Os reiterados ataques da grande mídia ao governo Dilma são isso aí: algo politicamente coordenado pelo grande capital financeiro,  impulsionado pelas políticas monetárias expansionistas adotadas pelo Banco Central Americano.

Elas visam exportar inflação, sobrevalorização da moeda nacional, fragilização da indústria, aumento da dívida e dos deficits em contas correntes do balanço de pagamento etc.

O resultado dessa escala será, no limite, fugas de capital, desnacionalização…

O jogo da oposição, que incentiva fusões partidárias, para ganhar tempo de televisão, a fim de dispor de maior tempo para vender espaço, a preço de ouro, com o objetivo de alavancar Aécio, representa, junto com a tentativa de desnacionalização econômica, o esforço conjunto para derrotar o nacionalismo que desloca o capital internacional especulativo, no Brasil e na América do Sul, em favor da integração econômica continental, contra a qual o aecismo em formação luta com todas as suas forças anti-nacionais.

Fonte: Independência SulAmericana

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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Uma resposta para Bankgangsters: Quem banca campanha contra o Brasil?

  1. Para evitar investidas estrangeiras no País, só instruindo o Povo sobre nacionalismo patriótico e começar a dar nome aos bois que marram na cerca para invadir o terreiro ou dão coices na porta do curral do matadouro onde aguardam a vez de serem destinados ao açougue!

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