Marina Silva: enRede


Enrede: adstrinja; amarre; anexe; ate; coadune; conspire; intrigue; junte; ligue; maquine; prenda; prenda; prenda; prenda; trame; una; una; una; una; urda.

Enredar: v.t. Pôr, prender em rede.
Embaralhar, emaranhar.
Fig. Complicar, tornar obscuro: enredar uma questão.
V.pr. Perder o fio das idéias; embaraçar-se: enredar-se num discurso.
Complicar-se, deixar-se envolver em, comprometer-se: enredar-se em negócios ilícitos.

Marina Silva aumenta o coro midiático em defesa da liberdade de expressão de uma manipuladora e ataca brasileiros que se manifestam contrários a presença da agente de desinformação da cubana de Miami. Aqui

Os limites da pátria

reproduzido do blog EDUCOM

20/02/2013 – Mauro Santayana – em seu blog
(JB) – É difícil saber se a Sra. Marina Silva é uma pessoa ingênua e de boas intenções, ou se optou, conscientemente, por defender os interesses das grandes potências que, sob o comando deWashington, exercem o solerte condomínio econômico do mundo e pretendem o absoluto império político.
Há uma terceira hipótese que, com delicadeza, devemos descartar: desmesurada ambição de poder, sem as condições concretas para obtê-lo e exercê-lo.

Os admiradores lembram sempre sua  origem modesta, o que não quer dizer tudo, mas não podem, com a mesma convicção, dizer que ela tenha mantido, ao longo da carreira, o que os marxistas chamam “consciência de classe”. Suas alianças são estranhas a esse sentimento.

Ela se tornou uma figura homenageada pelos grandes do mundo, mas, sobretudo, doeixo Washington-Londres. Se ela mantivesse a consciência de classe, desconfiaria desses mimos. Para dizer a verdade, nem mesmo seria necessária a consciência de classe: bastaria a consciência de pátria.

A Sra. Silva, como alguns outros brasileiros que se pretendem na esquerda, é uma internacionalista. O meio ambiente, que querem preservar tais verdes e assimilados, não é o do Brasil para os brasileiros, mas é o do Brasil para o mundo.

Quando a Família Real Inglesa e os círculos oficiais e financeiros norte-americanos cercam a menina pobre dos seringais de homenagens, usam de uma astúcia velha dos colonialistas, e fazem lembrar os franceses na aliança com a Confederação dos Tamoios, e os holandeses em suas relações com Calabar.

Os tempos mudam, os interesses de conquista e domínio permanecem, com sua própria dinâmica e solércia.

Os limites intransponíveis da razão política são os da pátria.

Todos os devaneios são admissíveis, menos os que comprometam a soberania nacional.

Não são apenas os estrangeiros que adoçam os sonhos da defensora da natureza. São também brasileiros ricos e conservadores que, é claro, procuram dividir a cidadania, para que fiéis servidores políticos mantenham sua posição no Parlamento e nos outros poderes.

Há informações de que grande acionista de banco poderoso se encarregou das despesas do espetáculo de lançamento do partido de dona Marina, que não quer ser chamado de partido.

E não se esqueça de que quem sempre a financiou é um industrial enriquecido com a biodiversidade amazônica.

Não há coincidências em política.

Os mentores da Sra. Silva querem que seu movimento, como ela anunciou, não seja de direita, nem de esquerda, e muito menos de centro – que é o equilíbrio pragmático entre as duas pontas do espectro.

É interessante a ilogicidade da proposta. Como é possível dissociar a ideologia da política e, ainda mais, a ideologia do viver cotidiano?

Esquerda e Direita existem na vida dos homens desde as primeiras tribos  nômades, e são facilmente identificáveis na postura solidária de alguns e no egoísmo de outros.

Sempre que pensamos em igualdade, somos, menos ou mais, de esquerda; sempre que pensamos na superioridade, de qualquer natureza, de uns sobre os outros, estamos na direita.

Mais ainda: ideia é a imagem que construímos previamente na consciência, seja a de um objeto, seja a de uma conduta social e política.
Não é possível viver sem um lado.
A doutrina da mal chamada Rede (apropriação apressada e ingênua do mundo da internet, que é um meio neutro) oferece essa aporia: é um partido sem partido, uma realidade sem geometria, uma ideia sem ideia.

Este texto foi publicado também nos seguintes sites:
http://www.jb.com.br/coisas-da-politica/noticias/2013/02/19/os-limites-da-patria/
http://www.conversaafiada.com.br/politica/2013/02/19/santayana-e-a-blablarina-bastaria-a-consciencia-da-patria/
http://sensoreconomicobrasil.blogspot.com.br/
http://nogueirajr.blogspot.com.br/2013/02/os-limites-da-patria.html
http://saraiva13.blogspot.com.br/2013/02/os-limites-da-patria.html
http://contextolivre.blogspot.com.br/2013/02/os-limites-da-patria.html
http://brasil.dihitt.com.br/n/politica/2013/02/19/os-limites-da-patria
http://bloganacletoboaventura.blogspot.com.br/2013/02/quais-os-interesses-verdadeiros.html
http://joserosafilho.wordpress.com/
http://aliastpadua.com.br/index.php?secao=secoes.php&sc=96&id=4849&url=&sub=MA==
http://dilmanarede.com.br/ondavermelha/blogs-amigos/os-limites-da-patria
http://aindaespantado.blogspot.com.br/2013/02/os-limites-da-patria.html
http://altamiroborges.blogspot.com.br/2013/02/marina-silva-e-os-limites-da-patria.html
http://bakalarczyk.blogspot.com.br/2013/02/os-limites-da-patria.html
http://teacherramossblog.blogspot.com.br/2013/02/mario-santayana-marina-silva-e-os.html
http://anistiapolitica.org.br/abap/index.php?option=com_content&view=article&id=2362:os-limites-da-patria
http://blogger-news.net/a/2603829

Fonte:
http://www.maurosantayana.com/2013/02/os-limites-da-patria.html

Nota:
A inserção das imagens, quase todas capturadas do Google Images, são de nossa responsabilidade e, excetuando uma ou outra, inexistem no texto original.

Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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