Porque não entrei nesta greve:


Estamos com os seguintes acontecimentos globais, que nos afetam e somos afetados por eles, vou falar – alguns – com as palavras de especialistas divulgados na última Caros Amigos:

a. Economista Leda Paulani, professora da USP, analisa a crise do capitalismo financeiro e como – apesar da privatizações que ocorreram no Brasil – o atual governo conseguiu colocar 100 milhões de pessoas dentro de um quadro de 50% de aumento real de renda, o que significa segundo a economista da USP, 50 milhões de pessoas diretamente contempladas.

Este grupo aumentou o consumo, porém, quando a crise  chegar aqui ainda teremos problemas.  Segundo Paulani, não existe muita saída porque o capitalismo financeiro, a cada episódio de crise, queima um pedaço da própria riqueza.   Esta própria queima não acontece na proporção necessária para reduzir o compasso da crise econômica. A crise virá, isso é fato, se virá com menor ou maior grau, dependerá dos governos, especialmente do chinês, único país que não apresenta risco de entrar em crise, segundo a economista.

b. Temos também os grandes grupos econômicos interessados em gerar crise nos países com a esquerda no poder, para isso basta gerar demissões em épocas eleitorais.     

c. Segundo análise do sociólogo paraguaio Marco Castilho o julgamento de Fernando Lugo foi ilegítimo porque foi feito por um grupo de oposição, toda direita do Congresso, que é maioria do parlamento. (..) “Essa direita tentou destituir Lugo em 23 oportunidades desde que ele assumiu”. No campo do Paraguai existia há tempos uma disputa entre as sojas transgênicas, grandes produtores e o pequeno produtor. A tragédia recente no campo foi usada pelos conservadores como pretexto. Castilho ainda explica que: “ (…) os setores de carne e soja requerem muita terra, e é justamente esta terra que está em disputa pelos camponeses. (…) também inclui as empresas que importam sementes, agrotóxicos e todas as ferramentas e máquinas para processo de produção. (…)Vale lembrar que entre tais empresas estão Cargill, Sygenta, Monsanto e Bayer.”O sociólogo ainda explica que é importante entendermos isso porque estas empresas formam uma organização (…) “e essa foi a primeira organização a pedir julgamento político”. E o sociólogo termina sua análise dizendo que temos entre os apoiadores do golpe muitos brasileiros  “que se apropriaram de terras durante a ditadura agora são contra qualquer tipo de reforma, o que tem dificultado permanentemente o avanço por justiça social.    

d. O sociólogo brasileiro Gilberto Vasconcellos analisa o PSDB e diz que para este partido pátria é um negócio para ser vendido, e, agora não sabe o que de pior poderão fazer porque parece difícil seguir o modelo neoliberal que deu errado em todos os países do mundo, aumentando pobreza e desemprego, inclusive nos EUA, com estouro da bolha financeira e da recessão.

         e.      O partido analisado pelo sociólogo acabou de receber de presente um livro chamado “ A Privataria Tucana”, feito por um jornalista investigativo e que prova – com documentos que sequer estavam em segredo de justiça – a roubalheira tucana durante o período FHC, nas privatizações das nossas estatais. A mídia que trabalha até hoje para esta elite podre – que rouba o Brasil há anos – trabalha no sentido de fazer de conta que este livro sequer foi publicado, mas sabem que uma hora isso estourará.

        f.    Este partido acabou de ser acusado como Partido Sócio De Bicheiro, no escândalo Cachoeira, assim como seu principal instrumento de poder, a Veja. Esta foi denunciada por “provocar” denúncias sem provas contra a esquerda, como parte do jogo maquiavélico do poder. É tudo tão podre e maquiavélico que um agente federal que trabalhou nesta investigação acabou de ser morto.

 g.   As elites brasileiras – os grupos econômicos, os países ricos que representam estes grupos – não querem divulgar, querem difamar e tirar as esperanças, mas o que houve no Rio+20, tanto no Riocentro, como na Cúpula dos Povos, foi um consenso de que este modelo capitalista não cabe mais. Estava lá e ouvi com meus próprios ouvidos o Maurice Strong, ex-secretário geral da ONU, falando que se continuarmos com este modelo de capitalismo  logo não teremos mais planeta e que é impossível falarmos em sustentabilidade com guerras, fome, injustiça social, sem investimento em educação, etc.  Ele, junto com Suplicy, fechou que precisamos distribuir as rendas dos governos e aprovou para a agenda 21 ( primeiros tópicos) que os governos mundiais adotem a renda mínima.

O que temos no quadro das letras acima? Que as elites devem ter tremido, os grupos econômicos se desesperado, o PSDB ficado com medo de não conseguirem mais tanto lucro.

         Bom, neste cenário geral temos um governo democrático,  que faz muito, mas que  poucos sabem, por exemplo: poucos sabem que foi investido em materiais maravilhosos para os NAPNES dos Institutos Federais, como impressoras 3d para trabalharmos com deficientes visuais, livros, etc.

Temos um governo que se esforçará para cumprir a agenda 21 e esta agenda vai contra o que querem os grupos econômicos, acostumados a mamarem em nossa máquina governamental até o período FHC. Alguns grupos em outros lugares já se desesperaram e correram para retirar governos, como ocorreu no Paraguai.

A verdade é que temos, neste momento, um governo que realmente está se movendo para fazer uma Reforma Política, como queremos há tanto tempo, para que a história não fique se repetindo.

Um bom jeito da direita – elite podre – conseguir reverter o quadro acima, que está péssimo para ela, seria ganhar as prefeituras, e, antes disso, ajudar a causar uma crise que ainda não estava de fato aqui.  Usando para isso o instrumento que sempre usou, escondendo tudo de positivo que o governo faz, dizendo que “todos os políticos são iguais”, mandando embora milhares de operários (GM) mesmo que ainda não exista esta necessidade real, pois houve diminuição de juros e IPI, mas assim teremos desemprego e insatisfação. Incitando para greve mesmo que houvesse outros caminhos, greve que pode acarretar, inclusive, num problema econômico, já que alguns setores trabalham com entrada e saída dos produtos do país.  Matando agentes federais e outras sujeiras, mas isso já é rotina para a elite podre, no Brasil.

No quadro acima teremos o que ganharemos (professores), com a proposta governamental, que não afetará creches e outros setores, também essenciais da Educação. Estou no último quadro, professora de ensino básico, técnico e tecnológico, o IF e não estou descontente. Acho que devemos discutir a progressão sim, mas isso se fez pelo legislativo, então, é por lá que devemos pressionar, afinal, segui a história desta mudança na carreira dos docentes e ela partiu de lá (é só pesquisar no portal da Câmara dos deputados). Por lá que devemos começar a pressão, mesmo que ela continue, em  paralelo, no executivo também.

Pressão e diálogos são coisas diferentes de ser massa de manobra desta elite descontente e desesperada. A elite deve estar com medo que usemos nossa força de movimentos sociais e populares para lutarmos por Reforma Política e Tributária.  Por isso, não entrei nesta greve, porque acho que nossa força deve vir no sentido de uma Reforma Política e Tributária, o governo já começou a revisão dos principais pontos, devemos opinar e ajudar a construir outros, que garantam uma democracia de fato e que faça querer entrar na política apenas os idealistas reais.

Camila Tenório Cunha

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Sobre midiacrucis

Rompendo o apartheid-midiático. Buscando informações que o PIG omite, distorce, oculta...desinforma.
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3 respostas para Porque não entrei nesta greve:

  1. Regina Maria disse:

    Hj. vi no blog do Miro (ele tb. já havia postado um bom texto a respeito). Nada a ver com o pretenso discurso democrático de Camila Tenório.

    O autoritarismo antigreve de Dilma
    Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:

    O modo como o governo Dilma Rousseff vem lidando com as greves do funcionalismo público deveria suscitar preocupação não apenas entre os diretamente envolvidos na questão, mas em todos que prezam pelo avanço democrático e pelo respeito aos direitos trabalhistas.

    Como veremos no decorrer deste texto, o Decreto 7.777, publicado no último dia 25 e que prevê a substituição dos grevistas de órgãos federais por servidores estaduais e municipais, é o ponto mais baixo de um processo em que a conduta do governo tem se caracterizado pela falta de diálogo, pelo recurso ao ilusionismo financeiro, pela tentativa de jogar a opinião pública contra os grevistas – e, agora, com essa medida draconiana, por um autoritarismo incompatível, na forma e no conteúdo, com o país democrático, lar de políticas sociais avançadas e player internacional que o próprio governo constantemente alardeia sermos.

    Já no início, uma guinada conservadora
    Eleito como um governo de centro-esquerda que prometia aprofundar as conquistas da Era Lula, a administração comandada por Dilma, não obstante seus méritos pontuais, tem se caracterizado, desde o primeiro momento, pela primazia irrestrita que concede ao campo econômico em relação às demais áreas – inclusive Educação e Saúde – e pela falta de diálogo com a sociedade.

    A prioridade irrestrita ao econômico que caracteriza a administração de Dilma se traduziu, em um primeiro momento (fevereiro de 2010), na readoção de um receituário à moda neoliberal, com um duríssimo choque anticíclico que teve como meta não apenas aumentar o então já alto superávit primário, mas zerar o déficit nominal [gastos menos despesas, incluindo pagamento de juros]. Em nome desse agrado aos bancos e ao mercado financeiro foi então anunciado um corte de R$50 bilhões nos gastos públicos, que afetou diretamente Saúde, Educação e demais áreas sociais (com exceção dos programas de renda mínima), estabeleceu um salário mínimo sem aumento real, fixado em mais que módicos R$545,00, e determinou a suspensão de novos concursos e de contratação de aprovados em concursos anteriores.

    Kill the messenger
    No mesmo mês de fevereiro este blog denunciou o caráter recessivo das medidas, sua incoerência com o que fora defendido durante a campanha eleitoral e, sobretudo, o retrocesso que, abrindo flancos político-ideológicos potencialmente danosos à centro-esquerda, significava em relação aos avanços do governo Lula. Só faltou sermos apedrejados por blogueiros e comentaristas ainda entusiasmados pela vitoria eleitoral e inconformados com o desplante de se criticar um governo que mal entrava em seu segundo mês, num cenário de crise, pelo que viam como meros ajustes na economia.

    O jornalista e blogueiro Luis Nassif foi uma das raríssimas vozes da blogosfera a, no calor da hora, apontar a inadequação e a prognosticar danos futuros à economia brasileira por conta de tal “pacote econômico” – sem o qual, como ele demonstra em coluna da semana passada, o momento econômico atual tenderia a ser outro, bem melhor. Mas a equipe econômica chefiada por Mantega levaria meses para se dar conta do desacerto e voltar a apostar na expansão do crédito e do consumo e numa ralentada retomada de investimentos estatais como forma de melhorar o desempenho da economia – sempre sem exorcizar a obsessão com os altos superávits, o que acaba por levar, inexoravelmente, a resultados contraditórios, dos quais a atual situação do servidor público é, como veremos, exemplo cabal.

    Perfis públicos
    Antes, porém, examinemos a questão da falta de diálogo do governo com a sociedade, que é hoje traço distintivo do poder federal. Ela foi inicialmente interpretada como uma impressão advinda da mudança de estilo trazida pela sucessão presidencial, do expansivo e brincalhão Lula para a mais reservada e austera Dilma. Criou-se inclusive um anedotário a respeito, o qual, por sua vez, não esteve livre dos preconceitos que de ordinário imbuem as questões de gênero em um país profundamente machista.

    Por outro lado, a própria mídia, interessada em criar uma falso antagonismo entre a atual mandatária e o seu antecessor – em detrimento deste -, acabou por ressaltar, em inúmeras matérias, a “seriedade”, “determinação” e “objetividade” da presidenta como características positivas, em oposição ao que sempre viu como excessos, mau gosto e populismo inculto de Lula, a quem nunca engoliu. Ao final, como parece indicar o grau de aprovação pessoal de Dilma, o país não só se acostumou, mas acabou por afeiçoar-se ao seu estilo.

    Silêncios do palácio
    Ocorre, porém, como agora fica dolorosamente claro, que a questão nunca se restringiu a uma mera mudança de estilos pessoais na Presidência. É provável, na verdade, que as discussões sobre o tema tenham colaborado para desviar o foco do problema real: o fato de que foi a administração Dilma como um todo que abandonou a saudável prática de dialogar constantemente com a sociedade, vigente nos oito anos anteriores, e, sob uma liderança por demais concentradora e a primazia de uma área econômica que se crê onipotente e tem sempre a última palavra, isolou-se em tecnicismos e certezas palacianas.

    No governo Lula, o diálogo constante com a sociedade – através de lideranças, sindicatos, grupos de trabalho, ONGs -, além de distender as tensões e, em algum grau, facilitar a empatia entre um lado e outro, dava a ambos, em curtos intervalos de tempo, uma noção dos termos pretendidos pelos requerentes e pelos donos das canetas. Sem isso, a atual administração dá frequentemente mostras de estar sendo surpreendida pelas demandas trabalhistas (o que é evidentemente falso, já que ela acompanha os sindicatos por outros canais, unilaterais), reage mal, demora uma enormidade para agendar uma mera reunião conciliatória (mais de um mês, no caso dos professores federais) e as raras contrapropostas que faz trazem a evidência do mais primário improviso.

    Quem não se comunica…
    No primeiro dos textos deste blog dedicados à greve dos professores federais, afirmei que a paralisação teria sido facilmente evitada se o governo tivesse simplesmente mantido o diálogo aberto. Tal premissa tem sido corroborada também pela greve dos funcionários públicos federais como um todo, que envolve 25 categorias profissionais, e que só foi deflagrada quando ficou claro que não havia possibilidade de diálogo. A nota oficial difundida pela CUT em relação ao decreto 7.777 confirma os aspectos deletérios do isolamento governamental: “Para resolver conflitos, o caminho é o diálogo, a negociação e o acordo. Sem isso, a greve é a única saída”.

    Na ausência de tais canais de comunicação, o confronto entre grevistas e patrões, natural numa democracia, é deslocado do espaço público presencial de debate e negociação – que num governo democrático, trabalhista e alegadamente de centro-esquerda deveria ser a mesa de negociações – e virtualmente restrito, nas condições e frequência que o governo determinar, à arena pública – a qual, nas sociedades contemporâneas, é dominada pela mídia.

    Mídia e mercado
    E a mídia corporativa, como está sobejamente demonstrado na literatura a respeito, tem hoje seus interesses de tal forma consonantes aos do mercado que se tornou não apenas seu porta-voz, mas uma sua parte constituinte. Com ele divide, naturalmente, a adoção do receituário neoliberal como panaceia de todas as horas, evidência que o atual rumo dos países europeus em crise não apenas corrobora mas cujos efeitos, através do esgarçamento de seu tecido social, denuncia.

    Para compreender como o governo Dilma tem conseguido, em larga medida, instrumentalizar a mídia – de ordinário, refratária ao governo petista – a seu favor durante as greves deste ano é preciso ter claro a afinidade entre a orientação neoliberal das corporações midiáticas – aí incluída sua repulsa pelo funcionalismo público e por tudo que seja estatal, com exceção das verbas publicitárias – e a hesitação de um governo em profundo conflito entre, de um lado, o “modelo” de retomada do papel do Estado tal como inicialmente a aliança federal petista propusera e, de outro, as restrições impostas pelo economicismo hegemônico no interior da administração, o qual tende a açular ainda mais, no interior da administração, os temores relativos à crise econômica mundial. (A respeito da aliança mídia-governo em relação à greve dos professores, vale muito a pena ler este post de Weden.)

    Questões fundamentais
    Como dito parágrafos acima, a situação dos servidores públicos ora em greve é didaticamente exemplar do efeito de tais contradições: ao mesmo tempo que eles assistiram, nos anos Lula, à notável expansão percentual de sua presença no mercado de trabalho nacional, veem-se sujeitos a longos períodos sem aumentos salariais e, no mais das vezes, a trabalhar em situações que variam do precário ao intolerável; enquanto boa parte do país se refestela – ainda que a custa de endividamento – numa festa de consumismo, desenvolvimentismo, otimismo e outros ismos, eles viram sua aposentadoria futura ser substancialmente reduzida, numa medida que combinou agressão à expectativa de direito de alguns e regressão dos direitos trabalhistas potenciais de toda a sociedade; enquanto uma maioria de brasileiros afirma, nas pesquisas, a prioridade que deve ser dada a educação, saúde e segurança pública, professores, médicos do SUS e policiais continuam não apenas sub-remunerados mas subvalorizados socialmente.

    Queremos ou não ser uma nação com nível educacional aprimorado? Vamos realmente investir num modelo de saúde pública inclusivo e de qualidade, que preserve o cidadão tanto das filas insuportáveis do atual sistema público quanto da farra dos planos de saúde? Está no horizonte do país realmente enfrentar a questão da segurança pública de modo a erradicar nossos pornográficos índices de violência, de abuso policial e de corrupção? A resposta a essas perguntas passa, necessariamente, pela valorização não apenas do professor, do médico e do policial, mas de todo o aparato de recursos humanos que possibilita a ação do Estado.

    E é nesse contexto, como um primeiro e necessário choque de realidade, que se insere a greve dos servidores. O movimento não é, de forma nenhuma, um episódio de mesquinhas disputas partidárias, como alguns aspones mal intencionados querem caracterizar, mas parte de um embate decisivo sobre que modelo de desenvolvimento vamos priorizar como país, qual lugar os recursos humanos e o próprio Estado enquanto agente social e ente econômico vão nele ocupar.

    Autoritarismo e regressão
    Porém ao recusar o diálogo e manter-se inflexível, ao apelar a artifícios enganadores e, sobretudo, ao radicalizar e lançar mão do instrumento por si autoritário do decreto para, na prática, violar o instituto do direito de greve, o governo Dilma transpassa a barreira do aceitável em uma sociedade democrática e suscita sérias dúvidas quanto às suas intenções e horizontes. Para a CUT, “Esta inflexão do decreto governamental nos deixa extremamente preocupados. Reprimir manifestações legítimas é aplicar o projeto que nós derrotamos nas urnas.”

    Pois graças à inflexibilidade, à atitude de confronto e, agora, à tentativa de esvaziar uma forma de protesto prevista na lei incitando fura-greves e procurando inseminar cizânia entre os próprios trabalhadores, assiste-se à irrupção de uma forma de autoritarismo inédita no passado recente do país, patrocinada por um governo que se publiciza como progressista e de centro-esquerda.

  2. Regina Maria disse:

    Ainda complementando o que foi dito acima. Quando o Senado aprovou os 10% obrigatórios para a educação o ministro Mantega tb. deu uma pisada de bola federal alegando que o país quebraria com isso. Essas besteiras ditas mais as medidas autoritárias em relação à greve custarão caro nas urnas. Não chore depois!
    Não adianta ir lá fora fazer bonito com o dinheiro do contribuinte brasileiro e tratar mal seus funcionários. O patrão que não respeita seus funcionários/empregados não é digno de respeito. A estas alturas do campeonato, com um dólar em vias de derreter, o governo fica comprando dólares. Compre ouro METAL!! Livre-se dessa porcaria.
    E auditoria da dívida ninguém quer saber!!
    LAMENTÁVEL!!

  3. Regina Maria disse:

    Fazer greve não significa ser massa de manobra. A conversa dessa pessoa está mais para trololó de PSDB do que outra coisa. O direito de greve assiste a todo o trabalhador. O governo nessa está pisando na bola e muito feio. A ponto de tomar medidas inconstitucionais e sem medo de errar, autoritárias com a edição do decreto 7777/2012, onde pretende que sejam feitos convenios com órgãos municipais e estaduais a fim de que se BOICOTE a greve, quando com a maioria das categorias tem se recusado a conversar. E com uma delas, fez 19 – DEZENOVE reuniões, sem que saísse siquer uma proposta. Faça-me o favor essa moça. O discurso dela está bem para PSDB. Leia o Argemiro Borges, de hj (28/07). Pelo menos alguém com coragem de abordar a relaidade dos fatos.

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